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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
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"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Mídia destaca sucesso da Rússia em combater armas 'mortíferas' dos EUA

A Rússia está tendo cada vez mais sucesso em combater veículos aéreos não tripulados inimigos, o que pode causar sérias dificuldades para os EUA, que colocam a maior ênfase no uso ativo de drones, escreve a The National Interest.


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Para exemplificar, a revista norte-americana cita os exercícios na região russa de Leningrado, durante os quais os avançados sistemas de guerra eletrônica Silok detectaram veículos aéreos não tripulados. 



Embora o Exército russo utilize os meios de supressão eletrônica há muito tempo, apenas em outubro de 2017 foi apresentado o primeiro sistema terrestre, cujo principal objetivo é desativar e neutralizar drones inimigos, observa a The National Interest.

O crescente número de sistemas de guerra eletrônica e o profissionalismo dos militares russos são uma ameaça para a frota norte-americana de veículos não tripulados, destaca a revista. Em particular, o autor do artigo afirma que, em 2011, o Irã usou o sistema Avtobaz, desenvolvido na Rússia, para interceptar o drone RQ-170 da Força Aérea dos EUA.

Segundo a The National Interest, os veículos aéreos não tripulados norte-americanos têm melhorado suas características de autonomia devido ao avanço tecnológico. No entanto, eles não poderão permanecer sem comunicação de rádio necessária para a transmissão de dados. E este é o ponto mais fraco que a Rússia pode usar a seu favor, conclui a revista.

Anteriormente, neste ano foi informado que a Rússia recebeu os primeiros sistemas avançados de guerra eletrônica Silok, projetados para detecção de veículos aéreos não tripulados em modo automático e determinação de suas coordenadas. O sistema suprime os canais de controle, telemetria e comunicação dos drones adversários. O consórcio Sozvezdie é o principal desenvolvedor e fabricante russo de sistemas de guerra eletrônica.

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