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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
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Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Mídia destaca sucesso da Rússia em combater armas 'mortíferas' dos EUA

A Rússia está tendo cada vez mais sucesso em combater veículos aéreos não tripulados inimigos, o que pode causar sérias dificuldades para os EUA, que colocam a maior ênfase no uso ativo de drones, escreve a The National Interest.


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Para exemplificar, a revista norte-americana cita os exercícios na região russa de Leningrado, durante os quais os avançados sistemas de guerra eletrônica Silok detectaram veículos aéreos não tripulados. 



Embora o Exército russo utilize os meios de supressão eletrônica há muito tempo, apenas em outubro de 2017 foi apresentado o primeiro sistema terrestre, cujo principal objetivo é desativar e neutralizar drones inimigos, observa a The National Interest.

O crescente número de sistemas de guerra eletrônica e o profissionalismo dos militares russos são uma ameaça para a frota norte-americana de veículos não tripulados, destaca a revista. Em particular, o autor do artigo afirma que, em 2011, o Irã usou o sistema Avtobaz, desenvolvido na Rússia, para interceptar o drone RQ-170 da Força Aérea dos EUA.

Segundo a The National Interest, os veículos aéreos não tripulados norte-americanos têm melhorado suas características de autonomia devido ao avanço tecnológico. No entanto, eles não poderão permanecer sem comunicação de rádio necessária para a transmissão de dados. E este é o ponto mais fraco que a Rússia pode usar a seu favor, conclui a revista.

Anteriormente, neste ano foi informado que a Rússia recebeu os primeiros sistemas avançados de guerra eletrônica Silok, projetados para detecção de veículos aéreos não tripulados em modo automático e determinação de suas coordenadas. O sistema suprime os canais de controle, telemetria e comunicação dos drones adversários. O consórcio Sozvezdie é o principal desenvolvedor e fabricante russo de sistemas de guerra eletrônica.

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