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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Mídia: novíssima arma dos EUA resulta 'inútil' contra mísseis russos

Recentemente, os EUA realizaram com sucesso o primeiro teste de seu interceptor de mísseis balísticos. Mas, apesar disso, no campo da defesa antimíssil, o país está uma década atrasado em relação às Forças Nucleares Estratégicas da Rússia, afirma a mídia russa Politika Segodnya.


Sputnik

No fim do mês passado, a Agência de Defesa contra Mísseis, que integra o Departamento de Defesa dos EUA, comunicou que o Exército dos EUA testou com sucesso o seu sistema de defesa antimíssil Aegis, tendo interceptado um míssil balístico de médio alcance.


Complexo antiaéreo S-500
S-500 Prometei © Foto : Ministério da Defesa da Rússia

O Pentágono considerou esse teste um momento-chave no desenvolvimento do programa norte-americano de defesa antimíssil.

Em seu artigo para a edição russa, o periodista Yuri Podoyaka comparou esse último avanço dos EUA com o desenvolvimento tecnológico da Rússia nesse setor.

"Sem dúvida, esse é um avanço muito esperado do conceito técnico norte-americano, mas a Rússia está atualmente retirando do serviço militar esse tipo de alvos e passando para uma nova geração de ogivas, contra as quais o novo míssil dos EUA é totalmente incapaz de lutar", comentou.

Ademais, o jornalista assegura que não vale a pena esperar o surgimento de um verdadeiro interceptor de mísseis navais nos EUA.

"Todo o conceito do sistema de defesa antimíssil integrado do Aegis é incapaz de combater contra os novos mísseis russos e, desde o início, esse sistema era um beco sem saída."

Hoje, o novo projétil pode atingir uma altitude de até 500 km e destruir alvos à distância de várias centenas de quilômetros, admite o autor do artigo.

"É uma verdadeira obra-prima da tecnologia, mas absolutamente inútil para lutar contra os mísseis balísticos intercontinentais de seu provável adversário, a Rússia."

De acordo com o jornalista, os militares dos EUA até nem estão tentando atingir esse objetivo porque entendem que hoje ele está além das capacidades de sua nova arma. Para alcançar alvos que voem a velocidades de 6-7 quilômetros por segundo, é necessário ter um sistema de muito maior precisão ou possibilidades muito maiores de corrigir a trajetória da ogiva dos mísseis.

A única possibilidade de abater os novos mísseis russos parece ser interceptá-los na fase inicial da trajetória, diz o jornalista, especialmente se os destróieres Arleigh Burke Flight III tentarem interceptar os mísseis lançados dos submarinos russos.

No entanto, a Rússia desenvolve meios para privar os EUA também dessa possibilidade, posicionado os sistemas de mísseis antiaéreos S-400 Triumph, e no futuro, os S-500 Prometei a bordo dos seus submarinos da classe Borei.

Seu principal objetivo é proteger o território russo de ogivas nucleares dos EUA, escreve o colunista.

"Durante os 20 anos de sua existência, o programa antimíssil estadunidense Aegis continua sendo um entretenimento muito caro e uma forma muito conveniente de os almirantes e corporações obterem renda", apontou o periodista.

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