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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Moscou e Pequim avançam na cooperação militar e celebram novos contratos de armas

Moscou e Pequim acordaram novas entregas de armas pela Rússia, informou à Sputnik o chefe da delegação russa na China, Viktor Kladov.


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Na qualidade de representante da empresa Rostec, que faz parte da estatal russa responsável pela exportação de armamentos (Rosoboronexport), Kladov afirmou que os dois países cooperam ativamente em todas as esferas técnico-militares, ou seja, em terra, no ar e no mar.


Resultado de imagem para Airshow China 2018

Além dos contratos já firmados sobre a venda de sistemas de defesa antiaérea S-400 e caças Su-35, Pequim e Moscou têm muitos outros projetos, sublinhou Kladov.

"Não queria falar sobre pormenores, mas posso dizer que recentemente firmamos mais três contratos [de venda de armas] com a parte chinesa", revelou.

Entre 6 e 11 de novembro, na cidade chinesa de Zhuhai decorre o salão aeroespacial Airshow China 2018, atendido pela delegação russa.

O contrato de fornecimento de 24 caças Su-35 foi assinado em 2015 e deverá ser cumprido em 2019. No mesmo ano, Moscou e Pequim acordaram a venda de sistemas S-400, a entrega está prevista ser completada até 2020. Kladov assegurou que a Rússia efetuará a exportação nos prazos acordados.

Além disso, Moscou entregará a Mianmar seis caças Su-30SM no âmbito do contrato assinado neste ano, bem como seis aviões de treinamento Yak-130.

No total, a Rosoboronexport exportará em 2019 armas avaliadas em um montante de 13,4 bilhões de dólares.

Assim, apesar de uma forte concorrência no mercado e das sanções introduzidas contra Rússia, as vendas de armas no próximo ano não serão menores do que em 2018, concluiu o representante da estatal russa.

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