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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

'Não houve incidente' com avião espião dos EUA sobre o mar Negro, diz especialista

O Ministério da Defesa russo comentou a interceptação de um avião espião da Marinha norte-americana perto das fronteiras russas. Os aviões dos EUA começaram a aparecer demasiado frequentemente sobre o mar Negro, assinalou o especialista militar Aleksandr Zhilin em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.


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Um caça russo Su-27 interceptou uma aeronave americana EP-3 Aries que se aproximava das fronteiras russas e escoltou-a a uma distância segura, comunicou o representante do Ministério da Defesa russo.


Resultado de imagem para avião espião dos EUA sobre o mar Negro
Su-27 russo intercepta EP-3 norte-americano | Reprodução

Os meios de controle do espaço aéreo detectaram sobre as águas neutras do mar Negro um alvo não identificado que seguia em direção ao território russo. O Su-27 se aproximou do avião a uma distância segura, identificou-o e escoltou-o, não permitindo a violação da fronteira russa, comentou a entidade russa.

Assim que o caça americano mudou o rumo e começou a se afastar do território russo, o Su-27 regressou à sua base, informou o Ministério da Defesa russo.

Anteriormente, a Marinha dos Estados Unidos criticou a Rússia pelas ações do caça Su-27, que teria interceptado o avião EP-3 Aries dos EUA de uma maneira considerada insegura, "passando a alta velocidade diretamente na frente da aeronave da missão, colocando em risco os pilotos".

O Ministério da Defesa russo, por sua vez, sublinhou que a escolta do avião dos EUA foi efetuada em conformidade com todas as medidas da segurança necessárias.

O chefe do Centro de Estudo de Problemas Sociais Aplicados de Segurança Nacional, Aleksandr Zhilin, comentou a situação em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"Se julgarmos do ponto de vista do direito internacional, não houve incidente nenhum. Houve um caça espião que realizava um conjunto de ações de inteligência. Ele se aproximou ao máximo da nossa fronteira, e nosso caça levantou voo para escoltá-lo. Ele se aproximou do caça americano, indicou a sua posição e obrigou com suas ações a manter a distância, evitando com isso a violação da fronteira nacional", disse o especialista militar russo.

Segundo ele, a coerção foi realizada sem uso de armas, apenas através da presença e contato visual com a tripulação. A nossa tripulação não podia ter a certeza de que a bordo do caça americano tudo estava bem, sem falhas técnicas ou problemas com os pilotos. E se o avião voasse descontrolado?

Neste caso, teria lugar outra reação — o nosso caça deveria prestar ajuda ou propor realizar o pouso no nosso aeródromo. Por isso, não houve nenhumas ações ilegais.

"O Pentágono usa isso para exercer influência informacional. Os EUA se aproveitam da situação na Ucrânia, transformando-a de fato num campo de seus interesses militares contra a Rússia, começaram a aparecer nas águas do mar Negro, o que não acontecia antes de forma tão frequente. Eles se consideram donos do mundo, cujos aviões não podem ser escoltados por ninguém", destacou Aleksandr Zhilin, acrescentando que esse tempo já acabou.

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