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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Ocidente tenta criar outra plataforma contra a Rússia, diz chanceler russo

O Ocidente está tomando medidas persistentes para transformar os países dos Balcãs em outra plataforma contra a Rússia, declarou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, ao jornal sérvio Srpski Telegraf.


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O ministro ressaltou que, depois do fim da Guerra Fria, a Europa Ocidental se recusou a trabalhar em conjunto para criar uma arquitetura de segurança comum na região euro-atlântica, apesar dos pedidos frequentes por parte da Rússia. Em vez disso, os países ocidentais escolheram o caminho sem saída de expansão do espaço geopolítico sob seu controle, além da criação de novas linhas divisórias no continente europeu, observou Lavrov. 


Exercícios militares da Rússia, Bielorrússia e Sérvia, Irmandade Eslávica 2016
© Sputnik / Evgeny Biyatov

"Por exemplo, em 1999, violando grosseiramente o direito internacional, a Iugoslávia foi bombardeada durante dois meses e meio, e depois, na tentativa de legalizar a agressão, reconheceram unilateralmente a independência de Kosovo", disse o ministro.

Segundo ele, um dos resultados dessa política antirrussa foi o plano "dirigido e apoiado" pelos EUA e vários países europeus que levou ao golpe de Estado em Kiev em fevereiro de 2014.

"Parece que, no Ocidente, não aprendeu com as lições da tragédia ucraniana. Hoje, há tentativas insistentes de transformar os países dos Balcãs em outra plataforma contra a Rússia. É exigido persistentemente aos países da região que façam uma escolha: ou com Moscou ou com Washington e Bruxelas", frisou o ministro.

Lavrov acrescentou que a Rússia está ciente da pressão exercida sobre Belgrado no sentido de os sérvios porem fim a qualquer cooperação com Moscou, no entanto, sublinhou que a Sérvia "se opõe com convicção" a isso.

"Moscou aprecia muito a política externa, multivetorial e independente da Sérvia que, sem dúvida, atende aos interesses principais do seu povo", concluiu Lavrov.

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