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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

ONU concede isenção a sanções sobre Pyongyang para realizar projeto com Seul

O Conselho de Segurança da ONU concedeu uma isenção às sanções impostas a Pyongyang para a execução de um projeto ferroviário com Seul, que disse neste sábado que a decisão impulsionará "uma nova etapa" na cooperação intercoreana.


EFE

Seul - "Isto significa que o projeto foi reconhecido e apoiado pelos Estados Unidos e pela comunidade internacional. A cooperação intercoreana entrará em uma nova etapa", disse em comunicado o escritório presidencial sul-coreano em relação ao projeto, destinado a modernizar e eventualmente conectar os trens de ambos países.


Conselho de segurança em foto de 19 de novemvro. EFE/Rick Bajornas/ONU
Conselho de segurança em foto de 19 de novemvro. EFE/Rick Bajornas/ONU

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou por consenso nesta sexta-feira a decisão de outorgar uma isenção para permitir o envio ao Norte de combustível e outros materiais para o projeto, que nas circunstâncias atuais estariam proibidos pelas sanções que pesam sobre Pyongyang por seus programas armamentísticos, segundo revelou uma fonte diplomática à agência de notícias "Yonhap".

Seul tinha solicitado uma isenção temporária para poder efetuar estudos de campo no Norte como parte do projeto de reconexão ferroviária, estipulado na cúpula intercoreana de setembro.

O início dos trabalhos foi atrasado durante meses depois que o Comando das Nações Unidas, liderado pelos Estados Unidos, bloqueou o acesso dos materiais alegando problemas de procedimento.

O bloqueio foi interpretado por alguns como uma expressão do descontentamento de Washington diante de uma possível violação das sanções impostas ao regime norte-coreano e da aceleração da cooperação intercoreana em um momento no qual as negociações sobre a desnuclearização do Norte estão aparentemente estancadas.

Com a isenção concedida, Sul e Norte esperam realizar antes de fim de ano uma cerimônia para marcar o início dos trabalhos.

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