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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Palestinos denunciam que Israel deteve mais de 900 menores em 2018

As autoridades de Israel detiveram neste ano mais de 900 menores palestinos, denunciou nesta terça-feira a Sociedade de Prisioneiros Palestinos por ocasião da celebração do Dia Universal da Criança.


EFE

Jerusalém - Desde janeiro e até o final de outubro, 908 menores foram detidos e 270 permanecem em centros de detenção israelenses, denunciou a organização palestina, que chamou a atenção sobre as condições das detenções, informou a agência oficial palestina "Wafa".


Menor palestino é detido por soldado israelense em foto de 2017. EFE/ Alaa Badarneh
Menor palestino é detido por soldado israelense em foto de 2017. EFE/ Alaa Badarneh

Segundo a Sociedade de Prisioneiros, em algumas ocasiões as crianças são detidas em suas casas durante a madrugada e em alguns casos forçadas a confessar ou a assinar documentos em hebraico que não compreendem.

A organização afirma também que os menores presos não recebem educação e que a muitos deles são negadas visitas de familiares e atendimento médico.

A Sociedade de Prisioneiros acusa Israel de ter aprovado uma série de leis desde 2015 que permitem deter e processar palestinos de 14 anos e endurecer as penas de prisão por lançamento de pedras.

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