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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Parlamento da Ucrânia ameaça ocupar e dividir Rússia

Recentemente, o deputado da Suprema Rada (parlamento ucraniano) Igor Mosiychuk ameaçou a Rússia com ocupação e divisão territorial do país.


Sputnik

A afirmação foi publicada pelo próprio parlamentar na sua conta de Facebook.


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Igor Mosiychuk | Reprodução Facebook

O político ucraniano apresentou a sua própria versão da história, segundo a qual em 1612 Moscou foi libertada não dos invasores polacos, mas dos ucranianos. Nas palavras dele, dois terços das tropas expulsas da capital russa eram compostos por cossacos ucranianos.

Nessa conexão, o deputado afirmou que Kiev pode tomar as mesmas medidas e, no futuro próximo, ocupar mais vez as cidades russas.

"A História se repete. A Moscóvia [nome antigo da Rússia] moderna deve esperar uma nova ocupação por parte da Ucrânia", destacou, adicionando que só esse cenário pode satisfazer a "nação de guerreiros" ucranianos.

Não é pela primeira vez que os políticos ucranianos fazem declarações hostis em relação à a Rússia. Recentemente, o mesmo deputado ucraniano Igor Mosiychuk ameaçou destruir a Ponte da Crimeia. Assim, em maio ele chamou a construção de "infraestrutura inimiga" e sublinhou que participaria pessoalmente em sua destruição se fosse ministro da Defesa.

A Crimeia se reunificou à Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 96% dos residentes votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal, de acordo com as leis internacionais.

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