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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Parlamento da Ucrânia ameaça ocupar e dividir Rússia

Recentemente, o deputado da Suprema Rada (parlamento ucraniano) Igor Mosiychuk ameaçou a Rússia com ocupação e divisão territorial do país.


Sputnik

A afirmação foi publicada pelo próprio parlamentar na sua conta de Facebook.


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Igor Mosiychuk | Reprodução Facebook

O político ucraniano apresentou a sua própria versão da história, segundo a qual em 1612 Moscou foi libertada não dos invasores polacos, mas dos ucranianos. Nas palavras dele, dois terços das tropas expulsas da capital russa eram compostos por cossacos ucranianos.

Nessa conexão, o deputado afirmou que Kiev pode tomar as mesmas medidas e, no futuro próximo, ocupar mais vez as cidades russas.

"A História se repete. A Moscóvia [nome antigo da Rússia] moderna deve esperar uma nova ocupação por parte da Ucrânia", destacou, adicionando que só esse cenário pode satisfazer a "nação de guerreiros" ucranianos.

Não é pela primeira vez que os políticos ucranianos fazem declarações hostis em relação à a Rússia. Recentemente, o mesmo deputado ucraniano Igor Mosiychuk ameaçou destruir a Ponte da Crimeia. Assim, em maio ele chamou a construção de "infraestrutura inimiga" e sublinhou que participaria pessoalmente em sua destruição se fosse ministro da Defesa.

A Crimeia se reunificou à Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 96% dos residentes votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal, de acordo com as leis internacionais.

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