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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Pentágono acha que Rússia será incapaz de manter seu potencial militar

O chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general Joseph Dunford, afirmou que é improvável que a Rússia represente a mesma ameaça que a China representará aos EUA em 2025-2035.


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Segundo o general, os anos 2025-2035 são a "referência pela qual avaliamos nossa capacidade de desempenhar nossas funções" no futuro.


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General Joseph Dunford | Marine Corps

"Seremos capazes de alcançar maiores capacidades que a China e, possivelmente, a Rússia, que é improvável que consiga manter o mesmo nível que tem agora. Os indicadores demográficos e econômicos estão caindo lá. E eu não acho que em 2025-2035 a Rússia represente a mesma ameaça significativa que a China."

O chefe do Estado-Maior americano adiciona que a Rússia continuará a ter o mesmo potencial militar e que a China tem mais chances de aumentar suas capacidades.

"Na minha opinião, o que eles fizeram em termos de aumentar seu potencial militar nos últimos anos continuará […] Acho que nos próximos 20-30 anos é a China que devemos ver como uma ameaça."

Em setembro, o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, classificou as armas nucleares da Rússia como a principal ameaça externa a seu país.

Recentemente, o Pentágono promulgou a doutrina nuclear dos EUA, na qual é prestada grande atenção ao desenvolvimento das forças nucleares russas.

No documento é afirmado que os EUA continuarão investindo no desenvolvimento de ogivas nucleares e modernizando elementos de sua "tríade nuclear" — mísseis intercontinentais, submarinos estratégicos e bombardeiros.

Apesar de Moscou negar veemente qualquer tipo de ataque a países da OTAN, as declarações sem fundamentos sobre uma suposta "ameaça russa" continuam. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que a organização está ciente de que da Rússia não tem planos de realizar qualquer ataque, e que a OTAN simplesmente aproveita a ocasião para instalar mais equipamentos e batalhões perto das fronteiras russas.

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