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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Presidente ucraniano decreta lei marcial no país

Nesta segunda-feira (26), o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, aprovou a decisão do Conselho Nacional de Segurança e Defesa para introdução de lei marcial no país em conexão ao incidente no estreito de Kerch.


Sputnik


A lei marcial no território ucraniano entra em vigor a partir de hoje (26), sendo finalizada no dia 25 de janeiro de 2019, de acordo com o decreto. Ainda é necessária aprovação da Suprema Rada. 


O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko
Presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko © Sputnik / Mikhail Markiv

"Acionar a decisão do Conselho Nacional de Segurança e Defesa da Ucrânia a partir de 26 de novembro de 2018 ‘Sobre medidas extraordinárias para assegurar a soberania estatal e independência da Ucrânia, e sobre a imposição da lei marcial na Ucrânia'", lê-se no documento.

Enquanto isso, o presidente encarregou o Estado-Maior ucraniano para organizar mobilização parcial.

"Ao Estado-Maior da Ucrânia: estipular medidas de mobilização parcial, organizar e levar a cabo preparativos com participação de reservistas da reserva operacional em escalas necessárias", lê-se no documento.

Anteriormente, o Conselho Nacional de Segurança e Defesa ucraniano, um mês antes do início da campanha eleitoral no país, resolveu impor lei marcial no país para o prazo de 60 dias.

No domingo (25), três navios da Marinha ucraniana, violando os artigos 19 e 21 da Convenção da ONU sobre direito marítimo, atravessaram a fronteira da Rússia. Os navios entraram na zona aquática temporariamente encerrada e realizaram manobras perigosas durante várias horas sem reagir às exigências das embarcações russas que acompanhavam os navios ucranianos.

Foi tomada a decisão de usar armas. Todos os navios ucranianos foram detidos aproximadamente a 20 km da costa russa e a 50 km do local habitual de passagem dos navios no estreito de Kerch por baixo da Ponte da Crimeia.

Durante o incidente, três militares ucranianos ficaram levemente feridos. Eles receberam assistência médica e não correm risco de vida.

A Rússia abriu um processo criminal por violação da fronteira e exigiu a realização de uma sessão urgente do Conselho de Segurança da ONU devido à situação no mar de Azov.

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