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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Primeira conexão digital estabelecida entre um caça F-35B em voo e um navio da US Navy

A Raytheon e a Marinha dos EUA conectaram com sucesso um F-35B do USMC ao USS Wasp, permitindo o compartilhamento de informações sobre alvos, missões e status de aeronaves


Poder Naval

30 de outubro (UPI) – O Ship Self Defense System da Raytheon realizou a primeira conexão digital entre um navio da Marinha dos Estados Unidos no mar e uma aeronave Joint Strike Fighter (JSF) F-35B Lightning II em voo.

Um F-35B e o USS Wasp ao fundo
Um F-35B e o USS Wasp ao fundo

Isso forneceu uma demonstração comprovada da capacidade do sistema de combate de repassar os dados táticos digitais de um JSF a um Grupo de Ataque Expedicionário desdobrado, neste caso o USS Wasp.

Conhecido como Link 16 Digital Air Control, essa capacidade proporciona uma integração tática sem fio entre navios de superfície e aeronaves e oferece maior eficiência de missão com uma consciência situacional expandida e interoperabilidade, de acordo com a Raytheon.

Esse novo recurso atua com a força do F-35, que também pode coletar e compartilhar dados usando o Link de dados avançado multifuncional. O link permite que o jato de combate use seus sensores para coletar dados que podem ser compartilhados imediatamente com os comandantes no mar, no ar ou no solo, dando uma visão instantânea das operações em andamento, de acordo com a Lockheed.

O Link 16 Digital Air Control permitirá que o F-35 seja o “zagueiro” das missões, repassando dados para ajudar os navios e outras aeronaves a detectar alvos, realizar a missão e trocar o status de engajamento sem comunicação de voz e compartilhar informações de status da aeronave, como níveis de combustível e armas e informações de inventário.

A Marinha e a Raytheon colaboraram para modificar a linha de base atual do SSDS, MK 2, para iniciar a interface do DAC. A conexão bem-sucedida ocorreu após 18 meses de desenvolvimento e teste da interface antes de ser entregue ao USS Wasp.

Agora, mais navios SSDS serão equipados com o upgrade de capacidade do DAC do Link 16, disseram funcionários da Lockheed.

“A informação é fundamental para qualquer Comandante – e informações compartilhadas de várias fontes e pontos de vantagem ampliam nosso espaço de batalha e nossa vantagem sobre as ameaças inimigas”, disse o Capitão da Marinha dos EUA Danny Busch, do Escritório Executivo do Programa em comunicado de imprensa. “Agora, com a capacidade de ligar nossos sensores e armas, do mar e do ar, o SSDS está fornecendo um nível de interoperabilidade e capacidade defensiva nunca antes disponível para a frota expedicionária”.

FONTE: UPI

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