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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Putin e Netanyahu se encontram pela primeira vez desde incidente militar na Síria

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, se reuniu com o presidente russo, Vladimir Putin, em Paris, neste domingo.


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Netanyahu visitou a capital francesa para as comemorações do fim da Primeira Guerra Mundial e disse aos jornalistas que "conversou com muitos líderes, inclusive com o presidente (Donald) Trump, e também com o presidente Putin".


Russian President Vladimir Putin, left, listens to his host Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu as they prepare to deliver joint statements after their meeting and a lunch in the Israeli leader's Jerusalem residence, Monday, June 25, 2012
Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu © AP Photo / Jim Hollander, Pool

"Minha conversa com o presidente Putin foi boa e direta, eu diria mesmo que foi muito importante", disse Netanyahu.

Esse foi o primeiro encontro face a face de Putin e Netanyahu desde que um avião russo foi abatido na Síria, em 17 de setembro, pelos sistemas antiaéreos sírios, que estavam se defendendo de uma incursão da força aérea israelense no país.

Quinze russos morreram no incidente. Moscou culpou Israel, alegando que o avião russo foi usado como escudo.

Israel contesta as acusações russas e afirma que seus caças já tinham retornado para o espaço aéreo israelense durante a tragédia.

A Rússia apóia o regime do presidente Bashar Assad na Síria, em parceria com Irã e Hezbollah, suscitando protestos de Tel Aviv.

Após o incidente, o Kremlin instalou sistemas de defesa aérea S-300 em áreas controladas por Damasco, ampliando tensões com Israel, que se viu forçado a limitar seus ataques contra o país árabe vizinho.

Rússia e Israel estabeleceram uma linha direta em 2015 para evitar confrontos acidentais na Síria e declararam esforços para desenvolver ainda mais os contatos entre os seus militares.

As relações bilaterais entre os dois países, entretanto, vivem momentos delicados.

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