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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Putin explica por que ainda há poucas chances de resolução pacífica em Donbass

A política da administração atual ucraniana não pretende resolução pacífica do conflito em Donbass, declarou o presidente russo, Vladimir Putin, durante cúpula da ASEAN, em Singapura.


Sputnik

O presidente russo acredita que o atual governo ucraniano seja incapaz de fazer algo para regularizar a situação no Leste da Ucrânia.


Presidente russo Vladimir Putin na coletiva de imprensa em Singapura
Vladimir Putin © Sputnik / Grigory Sysoev

"Enquanto essas pessoas governarem Kiev, fica difícil contar com solução pacífica da questão nestes territórios. Mas nós consideramos que não há outro caminho, de qualquer modo, a não ser negociar", declarou o líder russo na coletiva de imprensa em Singapura.

"Não há outro caminho senão o pacífico. É necessário cumprir os Acordos de Minsk", sublinhou o presidente russo. De acordo com Putin, a administração atual da Ucrânia "até hoje não mostrou interesse" em cumprir os Acordos de Minsk.

"Não está acontecendo nada. A própria lei sobre o estatuto especial de Donbass, adotada pelo parlamento da Ucrânia, ainda não entrou em vigor. É um elemento-chave para resolução", ressaltou Putin.

Mesmo a Rússia cumprindo os acordos, de acordo com Putin, todos esperam que a Rússia cumpra os Acordos de Minsk, mas "ninguém repara que as autoridades ucranianas não estão cumprindo nada".

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