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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Rebeldes ugandenses sequestram 20 pessoas na República Democrática do Congo

Pelo menos 20 pessoas, entre elas dez crianças, foram sequestradas por supostos rebeldes de Uganda da Frente Democrática Aliada (ADF, na sigla em inglês) no nordeste da República Democrática do Congo, informaram nesta terça-feira à Agência Efe fontes da sociedade civil do país africano.


EFE

Kinshasa - O fato aconteceu na segunda-feira em Oicha, perto da cidade de Beni, na província de Kivu do Norte, após uma incursão de membros da ADF, que teriam sequestrado pelo menos 20 pessoas, segundo explicou à Efe por telefone o presidente da sociedade civil de Beni, Kizito Bin Hangi.


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Membros da Frende Democrática Aliada de Uganda | Reprodução

"Exigimos que seja tomada alguma medida para libertar os menores e os outros sequestrados", afirmou o ativista, que destacou que a segurança no território de Beni é ainda frágil e que "os sequestradores não estão sendo perseguidos".

A notícia foi divulgada um dia depois que um grupo de homens armados, ainda não identificados, mas cujo "modus operandi" se associa também à ADF, atacaram e incendiaram uma das posições estratégicas das Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC).

O grupo rebelde iniciou sua campanha de violência em 1996 no distrito de Kasese, no oeste de Uganda, e depois se expandiu para várias regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo.

Trata-se de uma das organizações armadas que atualmente seguem ativas no país, após o desarmamento em novembro de 2014 do grupo rebelde M23, que chegou a controlar boa parte da região.

A República Democrática do Congo e, concretamente, a região nordeste do país, está há anos imersa em um longo conflito alimentado pela presença de dezenas de grupos armados rebeldes, apesar da atividade do exército congolês e da Missão da ONU (Monusco).

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