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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Rebeldes ugandenses sequestram 20 pessoas na República Democrática do Congo

Pelo menos 20 pessoas, entre elas dez crianças, foram sequestradas por supostos rebeldes de Uganda da Frente Democrática Aliada (ADF, na sigla em inglês) no nordeste da República Democrática do Congo, informaram nesta terça-feira à Agência Efe fontes da sociedade civil do país africano.


EFE

Kinshasa - O fato aconteceu na segunda-feira em Oicha, perto da cidade de Beni, na província de Kivu do Norte, após uma incursão de membros da ADF, que teriam sequestrado pelo menos 20 pessoas, segundo explicou à Efe por telefone o presidente da sociedade civil de Beni, Kizito Bin Hangi.


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Membros da Frende Democrática Aliada de Uganda | Reprodução

"Exigimos que seja tomada alguma medida para libertar os menores e os outros sequestrados", afirmou o ativista, que destacou que a segurança no território de Beni é ainda frágil e que "os sequestradores não estão sendo perseguidos".

A notícia foi divulgada um dia depois que um grupo de homens armados, ainda não identificados, mas cujo "modus operandi" se associa também à ADF, atacaram e incendiaram uma das posições estratégicas das Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC).

O grupo rebelde iniciou sua campanha de violência em 1996 no distrito de Kasese, no oeste de Uganda, e depois se expandiu para várias regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo.

Trata-se de uma das organizações armadas que atualmente seguem ativas no país, após o desarmamento em novembro de 2014 do grupo rebelde M23, que chegou a controlar boa parte da região.

A República Democrática do Congo e, concretamente, a região nordeste do país, está há anos imersa em um longo conflito alimentado pela presença de dezenas de grupos armados rebeldes, apesar da atividade do exército congolês e da Missão da ONU (Monusco).

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