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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Regressam à Síria dezenas de refugiados no Líbano

Dezenas de refugiados iniciaram hoje seu regresso à Síria, na talvez última onda de retorno organizado pela Segurança Geral do Líbano.


Prensa Latina

Beirute - A operação concentra-se em pontos de reunião em Akkar, Arsal, Burj Hammoud e Masnaa para depois passar pelos cruzamentos fronteiriços de Abboudieh, Al-Zamarani e Masnaa.

Reprodução

Um despacho da Agência Nacional de Notícias dá conta que nesses pontos há representantes da ONU que supervisionam as manobras.

Oficiais da Segurança Geral libanesa ou Imigração agem a cargo de viabilizar as solicitações dos refugiados dispostos a regressar por vontade própria e de organizar o transporte, bem como o único organismo libanês em contato oficial com as autoridades sírias.

Em setembro passado, o chefe da Segurança Geral, major-general Abbas Ibrahim, afirmou que no decorrer do ano cerca de 50 mil sírios retornaram ao seu país e prognosticou que o número poderá ascender a 200 mil dentro de um ano. Essas cifras, no entanto, são consideradas muito altas de acordo com estimativas da Agência da ONU para os Refugiados.

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