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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Reveladas novas capacidades do caça russo Su-57

A distância de decolagem do caça Su-57 será duas vezes menor do que a do Su-35, o que permitiria o seu uso a partir de pistas curtas sem dispositivos especiais, informou ao Zvezda Mikhail Strelets, diretor e projetista principal da Sukhoi.


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"A aeronave deve poder pousar em uma pista curta sem dispositivos especiais. Não posso dar os números exatos devido ao sigilo, mas eles são duas vezes menores do que do Su-35", explicou o especialista.


Su-57
CC BY-SA 3.0 / Alex Beltyukov / Sukhoi Su-57

Segundo o canal russo, uma das condições exigidas ao Su-57 é a possibilidade da decolagem e pouso em pistas curtas.

Em novembro, o canal publicou vários vídeos com o Su-57, destacando especialmente a passagem do caça em altitudes muito baixas e os testes das asas fabricadas em material compósito.

A distância de pouso do Su-35 com o peso de decolagem normal e usando equipamentos de frenagem é cerca de 600 metros. O cabo de desaceleração usado no porta-aviões Admiral Kuznetsov permite a redução da distância do Su-33, com massa de decolagem comparável à do Su-57, para 90 metros.

Em outubro, o coronel-general Viktor Bondarev, presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Senado russo, declarou que o potencial de modernização do Su-57 se prolongará por meio século. Em particular, "o caça tem todos as premissas para se tornar uma aeronave de combate completamente autônoma e não tripulada".

O primeiro voo do Su-57 foi realizado em 2010. O Ministério da Defesa da Rússia não planeja a compra da aeronave em série. Nos próximos anos, a entidade militar receberá um total de 12 desses caças.

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