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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Rússia adverte EUA e Ucrânia pelo 'flerte com ideais nazistas'

O surgimento de glorificação do nazismo em uma série de países pode ocasionar perigosas consequências em forma de conflitos internos, declarou Andrei Klishas, chefe do Comitê Legislativo do Conselho da Federação da Rússia.


Sputnik

Em 15 de novembro, o Terceiro Comitê da Assembleia Geral da ONU adotou o projeto de resolução, sugerido por uma série de países, incluindo a Rússia, contra a glorificação do nazismo. Na votação, 130 países votaram a favor, 51 se abstiveram e apenas dois votaram contra — os Estados Unidos e a Ucrânia.


Participantes de marcha nacionalista dedicada ao 76º aniversário do Exército Insurgente da Ucrânia (organização extremista proibida na Rússia) em Kiev
© Sputnik / Stringer

"Não é segredo que o surgimento da glorificação do nazismo, infelizmente, tem lugar em uma série de governos atualmente, podendo ocasionar perigosas consequências em forma de conflitos internos. A história mundial sabe outros exemplos de consequências extremamente negativas da manifestação dos ideais nazistas, que levaram muitas vezes ao genocídio, sendo um dos casos mais sangrentos o de Ruanda em 1994", afirmou Klishas à Sputnik.

Segundo ele, a recusa dos Estados Unidos e da Ucrânia de apoio à resolução da ONU contra a glorificação do nazismo demonstra que eles não desejam aderir aos "princípios e ideais fundamentais da moderna ordem mundial".

"O fato de alguns Estados terem esquecido lições históricas pode ter consequências duradouras, especialmente em seus assuntos da política interna. Flerte com ideais nazistas nunca alcança bondade", disse Klishas.

O senador afirmou que no sistema de relações internacionais, não há consenso completo sobre o problema da glorificação do nazismo, e alguns países tentam reabilitar ideias que causaram muitos conflitos sangrentos no passado para usá-las nos interesses políticos.

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