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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Rússia adverte EUA e Ucrânia pelo 'flerte com ideais nazistas'

O surgimento de glorificação do nazismo em uma série de países pode ocasionar perigosas consequências em forma de conflitos internos, declarou Andrei Klishas, chefe do Comitê Legislativo do Conselho da Federação da Rússia.


Sputnik

Em 15 de novembro, o Terceiro Comitê da Assembleia Geral da ONU adotou o projeto de resolução, sugerido por uma série de países, incluindo a Rússia, contra a glorificação do nazismo. Na votação, 130 países votaram a favor, 51 se abstiveram e apenas dois votaram contra — os Estados Unidos e a Ucrânia.


Participantes de marcha nacionalista dedicada ao 76º aniversário do Exército Insurgente da Ucrânia (organização extremista proibida na Rússia) em Kiev
© Sputnik / Stringer

"Não é segredo que o surgimento da glorificação do nazismo, infelizmente, tem lugar em uma série de governos atualmente, podendo ocasionar perigosas consequências em forma de conflitos internos. A história mundial sabe outros exemplos de consequências extremamente negativas da manifestação dos ideais nazistas, que levaram muitas vezes ao genocídio, sendo um dos casos mais sangrentos o de Ruanda em 1994", afirmou Klishas à Sputnik.

Segundo ele, a recusa dos Estados Unidos e da Ucrânia de apoio à resolução da ONU contra a glorificação do nazismo demonstra que eles não desejam aderir aos "princípios e ideais fundamentais da moderna ordem mundial".

"O fato de alguns Estados terem esquecido lições históricas pode ter consequências duradouras, especialmente em seus assuntos da política interna. Flerte com ideais nazistas nunca alcança bondade", disse Klishas.

O senador afirmou que no sistema de relações internacionais, não há consenso completo sobre o problema da glorificação do nazismo, e alguns países tentam reabilitar ideias que causaram muitos conflitos sangrentos no passado para usá-las nos interesses políticos.

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