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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Rússia adverte para 'ilusão' sobre avanço da ideia de Macron sobre exército europeu

A Rússia acredita que a explicação oferecida pelos países europeus para aumentar os gastos militares com a necessidade de coibir algum "agressor potencial ilusório" é exagerada, informou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia neste sábado.


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O presidente da França, Emmanuel Macron, disse em 6 de novembro que a União Europeia (UE) deveria ter um "verdadeiro exército europeu" independente dos Estados Unidos para poder se defender. Além disso, ele observou que o bloco deve se defender contra a China, a Rússia e até mesmo os Estados Unidos. A chanceler alemã Angela Merkel também apoiou a ideia de criar um exército europeu.


Paraquedistas do exército francês patrulham a área perto da Torre Eiffel em Paris
© REUTERS / PHILIPPE WOJAZER

"Consideramos igualmente forçado tentar encontrar um 'inimigo externo' e, agarrando-se a falsos paralelos históricos, para justificar a acumulação de gastos militares pela oposição a um 'agressor potencial' ilusório", disse o ministério russo.

A pasta chamou a atenção para as tentativas de "traçar mais do que duvidosas paralelas" entre a situação atual na Europa e os períodos anteriores às duas guerras mundiais, segundo as quais a ascensão do nacionalismo foi um catalisador para os conflitos.

"Nesse sentido, somos forçados a lembrar que a Primeira Guerra Mundial foi o resultado do desejo das grandes potências da época de estabelecer a hegemonia europeia e global, redistribuir as esferas de influência e de não apoiar a soberania do Estado", pontuou.

É inaceitável colocar um sinal de igualdade entre a proteção dos interesses nacionais e do nacionalismo, entre a luta pelo direito de preservar a identidade, a lealdade aos valores tradicionais e à guerra, concluiu o ministério.

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