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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Rússia diz que estado de exceção na Ucrânia pode aumentar tensão em Donbass

A decisão das autoridades da Ucrânia de impor o estado de exceção em dez regiões, entre elas os territórios separatistas de Donetsk e Lugansk, é um assunto interno da Ucrânia que pode levar a uma escalada das tensões no leste do país, advertiu nesta terça-feira o governo da Rússia.


EFE

Moscou - "A imposição do estado de exceção em várias regiões tem potencial para levar a uma escalada (das tensões) nas regiões de conflito", disse à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, que detalhou que estava se referindo à situação em Donbass.


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Dmitry Peskov e Valdimir Putin | Russian TV


Peskov acrescentou que, apesar de se tratar de um assunto interno de Kiev, a proximidade das eleições de março de 2019 faz com que a medida tenha uma "pintura especial e pouca camuflada".

Peskov afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, manifestará sua posição sobre o incidente naval com a Ucrânia "nos próximos dias", provavelmente, durante sua participação na cúpula do G20 que será realizada em Buenos Aires na sexta-feira e no sábado.

Ao mesmo tempo, o porta-voz lembrou que, embora o incidente no Mar Negro não esteja na agenda das reuniões do presidente russo no G20, ele estaria disposto a discuti-lo durante os encontros bilaterais com outros líderes e "não deve haver dúvida de que (Putin) dará esclarecimentos exaustivos a respeito".

O parlamento ucraniano aprovou ontem a proposta apresentada pelo presidente Petro Poroshenko de impor o estado de exceção a partir de 28 de novembro e por um período de 30 dias.

O estado de exceção será aplicado em dez regiões litorâneas e limítrofes com a Rússia - entre elas Donetsk e Lugansk, que é cenário de um conflito desde 2014 - e com a Moldávia, assim como no o Mar de Azov.

A Rússia mantém retidos três navios ucranianos, que foram apreendidos após o incidente de domingo, e seus tripulantes, acusados de violação de águas territoriais russas.

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