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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Rússia: impondo novas sanções contra Irã, EUA destroem tratado de não proliferação nuclear

O chanceler russo, Sergei Lavrov, condenou as novas sanções impostas pelos EUA ao Irã e anunciou que Moscou planeja manter a cooperação econômica com Teerã apesar das ações destrutivas de Washington.


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No sábado (3), o ministro russo declarou que, ao decretar sanções contra o Irã, os Estados Unidos ameaçam mais uma vez o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).


Lançamento de míssil realizado pelo Irã, foto de arquivo
Lançamento de míssil iraniano © AFP 2018 / AMIN KHOROSHAHI / ISNA

"A nova onda de sanções contra o Irã, anunciada por Washington, tem com objetivo minar os esforços contínuos dos participantes do Plano de Ação Conjunto Global sobre o programa nuclear iraniano destinados a preservar esse acordo", sublinhou.

Ao mesmo tempo, Lavrov sublinhou que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) reconhece que o Irã tem cumprido suas obrigações quanto a esse acordo, o que, por sua vez, prova o caráter pacífico do programa nuclear do país.

"Faremos tudo o necessário nos interesses de preservar e alargar a cooperação econômico-comercial e financeira com o Irã apesar das sanções dos Estados Unidos. Condenamos fortemente as novas ações destrutivas dos EUA", diz o comunicado publicado no site oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

De acordo com a Chancelaria russa, as ações dos EUA causam profunda desilusão e a crescente preocupação da Rússia e não poderão melhorar as relações tensas com o Irã.

"Se Washington está, como anuncia, de verdade interessada em negociar com Teerã, [nesse caso] a política de pressão por meio de sanções, destinada a diminuir o potencial econômico e militar do Irã, e também a destabilizar a situação política interna, deve ser reconsiderada imediatamente", declarou.

Ademais, o ministro indicou que, "segundo mostra a experiência de muitos anos, não é possível obrigar o Irã a fazer concessões usando meios de pressão".

Em 14 de julho de 2015, o Irã e seis mediadores internacionais (Rússia, EUA, Grã-Bretanha, China, França e Alemanha), chegaram a um acordo histórico sobre a resolução do prolongado problema nuclear do Irã. Em contrapartida, foi adotado um plano de ações para revogar as sanções econômicas e financeiras aplicadas anteriormente ao Irã por parte do Conselho de Segurança da ONU, EUA e União Europeia.

Os EUA pretendem introduzir alterações neste acordo. Segundo um representante do Departamento de Estado, os EUA se retirarão do acordo se os parceiros europeus não "corrigirem as insuficiências" do documento. Ele também observou que "se, em qualquer momento, o presidente considerar que não se consegue chegar a acordo, os EUA o abandonarão imediatamente".

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