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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Secretário de Estado dos EUA promete ajudar Ucrânia na luta contra 'agressão russa'

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, prometeu ajuda ao ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Pavel Klimkin, para combater a "agressão russa".


Sputnik

"O espírito de coragem e determinação continua a direcionar a Ucrânia, que está prosseguindo na luta pela sua soberania e integridade territorial perante a agressão russa. Nesse aspecto, a Ucrânia não tem maior amigo do que os Estados Unidos", disse Pompeo na reunião da comissão de parceria estratégica entre os EUA e a Ucrânia. 


Militares dos EUA durante manobras conjuntas com a Ucrânia (foto de arquivo)
Militares dos EUA na Ucrânia © Sputnik / Denis Petrov

Ele destacou que "continuaremos a promover as respectivas consequências para a Rússia até Moscou cumprir plenamente os Acordos de Minsk e devolver o controle sobre a Crimeia à Ucrânia".

Além disso, o secretário de Estado dos EUA acrescentou ter abordado com Klimkim as reformas democráticas, a independência dos tribunais, a corrupção, as relações da Ucrânia com seus vizinhos e os direitos humanos.

As relações entre Moscou e Kiev se deterioraram depois da reunificação da Crimeia com a Rússia em março de 2014 e início do conflito em Donbass. Além disso, a Ucrânia acusou a Rússia de envolvimento nos assuntos internos do país. Por sua vez, Moscou afirmou repetidamente que não faz parte do conflito interno ucraniano e tem interesse que o país supere a crise política e econômica.

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