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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Serviços especiais ocidentais estariam dificultando investimentos estrangeiros na Crimeia

Investidores dos EUA e da UE continuam implementando seus projetos de negócios na Crimeia, mas seus nomes não podem ser divulgados por causa do regime de sanções, disse à Sputnik o vice-primeiro-ministro do Desenvolvimento Econômico da Crimeia, Andrei Kulik.


Sputnik

"Estes são representantes de países europeus, Itália, Alemanha e Europa Oriental. Há também representantes dos Estados Unidos. Nem todos gostariam que seus nomes fossem anunciados, por causa do regime de sanções", disse Kulik a repórteres.


Crimeia
Crimeia © Sputnik / Artem Kreminsky

Agências de inteligência de países ocidentais impedem a chegada de investidores estrangeiros na Crimeia, uma dessas tentativas foi realizada pela República Tcheca.

"Os serviços especiais tchecos dirigiram-se a um de nossos colegas com perguntas sobre o que ele estava fazendo na Crimeia e quais eram seus interesses comerciais. Isso é o que eu realmente sei. Quando serviços especiais apelam, isso pode ser considerado como pressão ou como interesse", acrescentou ele a repórteres.

Existem restrições associadas à ação dos serviços especiais de vários países que impedem ou, ao menos, limitam as atividades e a possibilidade de livre movimentação dos participantes no processo de negociações.

Segundo ele, nos últimos cinco anos, os investidores estrangeiros se adaptaram às restrições de sanções impostas à Crimeia.

"Todo mundo entende como e o que precisa ser feito para minimizar o impacto dessas sanções", sublinhou o vice-primeiro-ministro.

Após o golpe ocorrido na Ucrânia e a reunificação da Crimeia à Rússia (através de referendo e de forma democrática), as relações entre o país eslavo e o Ocidente pioraram. Os EUA, junto com outros países, acusaram Moscou de intervenção nos assuntos internos ucranianos, o que foi repetidamente negado pela Rússia.

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