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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Síria: ao menos 17 civis morrem após ataque da coalizão liderada pelos EUA

Mais cedo nesta quinta-feira (15), Moscou confirmou que a coalizão internacional liderada pelos EUA na Síria voltou a realizar ataques a leste do rio Eufrates na Síria e que também está usando munições de fósforo branco.


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Os ataques aéreos da coalizão liderada pelos EUA atingiram a vila de Bu-Badran na província síria de Deir ez-Zor e resultaram na morte de 17 civis nesta quinta-feira (15), segundo reportou a agência de notícias SANA citando fontes locais.


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Bombardeio da coalizão dos EUA à Síria | Reprodução

"17 civis morreram devido a ataques aéreos conduzidos pela coalizão internacional atingindo Bu-Badran no leste da província de Deir ez-Zor", disse a agência.

Anteriormente, a agência SANA também afirmou que a coalizão realizou numerosos ataques a outras cidades da província, incluindo com uso da substância banida, o fósforo branco. Esses ataques levaram diversas mortes, segundo a agência.

O porta-voz da coalizão afirmou que a coalizão iria investigar os casos. No entanto negou o uso de fósforo branco. Não é a primeira vez que a coalizão nega o uso desse tipo de munição, que foi banida em 1977 no primeiro protocolo adicional das Convenções de Generba, de 1949.

A coalizão começou uma campanha de ataques aéreos na Síria em 2014, seguindo operações de suas bases a leste e sul da Síria. O governo da Síria condenou as atividades da coalizão, enfatizando que eles não foram autorizados pelo governo da Síria nem pelo Conselho de Segurança da ONU.

Damasco também acusa Washington de realizar uma guerra falsa contra os jihadistas, ressaltando numerosas denúncias de que os EUA estão dando assistência a terroristas e interferindo em operações do Exército da Síria que pretendem atacar o Daesh e outros grupos terroristas operando na Siria. Esses grupos, assim como o Daesh, foram banidos do território russo.

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