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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'Sofrerão consequências': navio chinês teria ameaçado destróier dos EUA (VÍDEO)

O incidente entre os dois navios ocorreu ainda no fim de setembro, mas os detalhes, em particular a transcrição do diálogo entre as tripulações, só agora vieram à tona.


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Em 30 de setembro, o destróier USS Decatur e o navio de guerra chinês Luyang efetuaram uma aproximação perigosa no mar do Sul da China. O jornal South China Morning Post teve acesso a filmagens do incidente, na qual se pode ouvir um militar americano dizendo que o navio chinês "está tentando nos empurrar para fora do caminho".


The two warships narrowly avoided a collision. Photo: British Ministry of Defence
Reprodução

O jornal também acedeu à transcrição das comunicações via rádio entre as duas embarcações, concedida pelo Ministério da Defesa da Grã-Bretanha, mostrando que o navio chinês ameaçou o USS Decatur antes de se aproximar, avisando que este "sofreria consequências" se não mudasse o rumo.

"Estão seguindo um curso perigoso. Se não o mudarem, sofrerão consequências", comunicou o navio chinês, segundo a mídia.

"Estamos efetuando uma passagem inocente", teria respondido a tripulação americana.

A Marinha americana afirmou que a "manobra insegura e pouco profissional" do navio chinês fez com que o destróier americano, que estava realizando uma operação de liberdade de navegação perto das disputadas Ilhas Spratly, tivesse que manobrar para evitar a colisão.

Pequim, por sua parte, respondeu que USS Decatur entrou nas águas chinesas, demonstrando ações provocadoras.

Anteriormente, os navios chineses e estadunidenses já tinham estado envolvidos em incidentes semelhantes no mar do Sul da China, mas que o que ocorreu em 30 setembro foi o mais grave até agora, segundo fontes norte-americanas.



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