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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Terroristas usam gás de cloro e deixam 50 civis feridos na Síria, diz mídia local

Projéteis com gás de cloro utilizados por terroristas deixaram ao menos 41 feridos na Síria, segundo afirmou o governador de Aleppo. Logo depois, o chefe do Departamento de Saúde local afirmou que o número chegou a 50 feridos. O incidente foi registrado na vizinhança de al-Khalidiye.


Sputnik

De acordo com a agência de notícias SANA, os terroristas atiraram contra a vizinhança de al-Khalidiye. A pessoas levadas a hospitais após ao incidente sofreram sufocamento, supostamente causado pelo gás de cloro. 


Vista pela cidade de Aleppo (foto de arquivo)
Aleppo, Síria © Sputnik / Mikhail Voskresensky

A cidade de Aleppo foi liberada pelas tropas do governo da Síria ainda em 2016, após o combate contra grupos de militantes e terroristas. No entanto, a cidade continua sofrendo ataques vindos dos subúrbios.

O Centro Russo para a Conciliação Síria anteriormente afirmou que militantes estavam preparando novas provocações com o uso de armas químicas na Síria.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, terroristas do Partido Islâmico do Turquistão teriam levado à Síria ao menos 20 contêiners com 10 litros de cloro cada. A entrega teria sido motivada por uma tentativa de encenar novas provocações.

O Ministério da Defesa da Rússia também alertou que o grupo terrorista Tahrir al-Sham, afiliado à Frente al-Nusra, estava planejando um ataque com armas químicas contra civis na Síria para provocar o Ocidente e incitar uma retaliação contra Damasco.

Os Estados ocidentais têm acusado as forças do presidente da Síria, Bashar Assad, de ter realizado um ataque com armas químicas na cidade de Duma no dia 7 de abril. Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Rússia, rumores de que um envenamento com gás teria ocorrido em Duma foram espalhados para justificar a interferência estrangeira. O Estado Maior das Forças Armadas da Rússia também emitiu um alerta em 13 de março apontando que havia planos de provocações na Síria.

Em resposta aos supostos ataques com armas químicas em Duma, os Estados Unidos, o Reino Unido e França lançaram um ataque contra a Síria atingindo diversos alvos, incluindo supostas fábricas de armas químicas.

A comunidade internacional têm demonstrado preocupação sobre o uso de armas químicas na Síria desde o suposto uso de gás sarin em Damasco, ainda em 2013. Após o incidente, a Síria se junto à Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) e concordou em destruir seu arsenal de armas químicas.

Em 4 de janeiro de 2016, a OPAQ lançou um relatório confirmando a destruição do arsenal sírio de armas químicas.

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