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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Trudeau pede perdão por Canadá ter se recusado a acolher judeus

Primeiro-ministro se desculpa por país não ter permitido desembarque de mais de 900 judeus alemães que fugiam do nazismo em 1939, pouco antes da Segunda Guerra. Deles, mais de 250 morreram durante o Holocausto.


Deutsch Welle

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, se desculpou formalmente, em nome de seu país, pela recusa do Canadá em aceitar centenas de refugiados judeus que fugiam da Alemanha nazista pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial.


Premiê canadense Justin Trudeau durante discurso no Parlamento
"Lamentamos por não nos termos pedido desculpas antes", disse Trudeau

"Lamentamos a insensibilidade da resposta do Canadá", disse ele. "Nós nos recusamos a ajudá-los quando podíamos tê-lo feito. Contribuímos para selar os destinos cruéis de muitos deles em lugares como Auschwitz, Treblinka e Belzec", disse ele nesta quarta-feira (08/11), em discurso na Câmara dos Comuns, em Ottawa.

Cuba e os Estados Unidos rejeitaram os 907 judeus alemães que estavam a bordo do navio alemão MS St. Louis, antes de eles tentarem desembarcar no Canadá em 1939. O navio foi obrigado a retornar à Europa, e 254 passageiros da embarcação foram mortos pelos nazistas durante o Holocausto.

"Lamentamos por não nos termos pedido desculpas antes", afirmou o premiê, acrescentando que os políticos canadenses da época recusaram o desembarque porque eram antissemitas.

Pouco antes de fazer o pedido de desculpas, Trudeau havia se encontrado com Ana Maria Gordon, uma das sobreviventes daquela trágica viagem do MS St. Louis e que hoje vive no Canadá.

Falando para jornalistas, Trudeau citou o massacre de 27 de outubro numa sinagoga em Pittsburgh, nos EUA – quando 11 judeus foram mortos por um atirador durante uma cerimônia religiosa –, classificando o incidente de uma "trágica lembrança" da existência do antissemitismo.

"Negadores do Holocausto ainda existem. O antissemitismo ainda é presente demais", frisou o premiê. "Discriminação e violência contra judeus no Canadá e ao redor do mundo continuam em ritmo alarmante."

De acordo com a organização judaica B'nai B'rith, incidentes com motivação antissemita atingiram no Canadá um número recorde de 1.752 em 2017, o dobro do registrado no ano anterior.

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