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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Tusk condena "uso da força" da Rússia na região do mar de Azov

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, condenou nesta segunda-feira o "uso da força" por parte da Rússia na região do estreito de Kerch, que separa os mares Negro e de Azov, após conversar com o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko.


EFE

Bruxelas - "Condeno o uso da força da Rússia no mar de Azov. As autoridades russas devem devolver os marinheiros ucranianos, os navios e se abster de novas provocações", afirmou Tusk via Twitter.


Donald Tusk em foto de 25 de novembro. EFE/EPA/OLIVIER HOSLET
Donald Tusk em foto de 25 de novembro | EFE/EPA/OLIVIER HOSLET

No domingo, a Marinha ucraniana acusou a Rússia de disparar e ferir tripulantes de uma de suas embarcações, a lancha Berdiansk, que seguia rumo ao estreito de Kerch.

"Falei sobre a situação com o presidente Poroshenko e me reunirei com seus representantes durante o dia. A Europa se manterá unida em apoio à Ucrânia", acrescentou Tusk na rede social.

Por outro lado, a porta-voz da alta representante da União Europeia (UE), Federica Mogherini, afirmou que a diplomata "leva muito a sério" o aumento da tensão entre Rússia e Ucrânia e não descartou uma reunião extraordinária de embaixadores para abordar o assunto com urgência.

"Esses acontecimentos são inaceitáveis e exigimos que a Rússia libere imediatamente os navios e sua tripulação e garanta a assistência médica necessária", afirmou a porta-voz, Maja Kocijancic, na entrevista coletiva diária da Comissão Europeia (CE).

A porta-voz acrescentou que os países debaterão o assunto em nível de embaixadores "no máximo até amanhã" e não excluiu uma reunião extraordinária para abordar o assunto, nem "novas reações no futuro".

"Estamos levando o assunto muito a sério e é a nossa maior prioridade", completou.

O ataque de domingo, que aconteceu após a Rússia acusar uma embarcação ucraniana de violar suas águas territoriais, teria sido cometido por uma lancha do Serviço Federal de Segurança (FSB, antiga KGB).

A tensão no mar de Azov aumentou desde maio, quando a Rússia construiu a ponte da Crimeia que liga a península com o país, o que fez aumentar as inspeções dos navios ucranianos, algo que Kiev considera um bloqueio de seus portos na região.

A porta-voz lembrou que a UE não reconhece e não reconhecerá a anexação ilegal da península da Crimeia por parte da Rússia e que condena "esta agressão".

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