Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Tusk condena "uso da força" da Rússia na região do mar de Azov

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, condenou nesta segunda-feira o "uso da força" por parte da Rússia na região do estreito de Kerch, que separa os mares Negro e de Azov, após conversar com o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko.


EFE

Bruxelas - "Condeno o uso da força da Rússia no mar de Azov. As autoridades russas devem devolver os marinheiros ucranianos, os navios e se abster de novas provocações", afirmou Tusk via Twitter.


Donald Tusk em foto de 25 de novembro. EFE/EPA/OLIVIER HOSLET
Donald Tusk em foto de 25 de novembro | EFE/EPA/OLIVIER HOSLET

No domingo, a Marinha ucraniana acusou a Rússia de disparar e ferir tripulantes de uma de suas embarcações, a lancha Berdiansk, que seguia rumo ao estreito de Kerch.

"Falei sobre a situação com o presidente Poroshenko e me reunirei com seus representantes durante o dia. A Europa se manterá unida em apoio à Ucrânia", acrescentou Tusk na rede social.

Por outro lado, a porta-voz da alta representante da União Europeia (UE), Federica Mogherini, afirmou que a diplomata "leva muito a sério" o aumento da tensão entre Rússia e Ucrânia e não descartou uma reunião extraordinária de embaixadores para abordar o assunto com urgência.

"Esses acontecimentos são inaceitáveis e exigimos que a Rússia libere imediatamente os navios e sua tripulação e garanta a assistência médica necessária", afirmou a porta-voz, Maja Kocijancic, na entrevista coletiva diária da Comissão Europeia (CE).

A porta-voz acrescentou que os países debaterão o assunto em nível de embaixadores "no máximo até amanhã" e não excluiu uma reunião extraordinária para abordar o assunto, nem "novas reações no futuro".

"Estamos levando o assunto muito a sério e é a nossa maior prioridade", completou.

O ataque de domingo, que aconteceu após a Rússia acusar uma embarcação ucraniana de violar suas águas territoriais, teria sido cometido por uma lancha do Serviço Federal de Segurança (FSB, antiga KGB).

A tensão no mar de Azov aumentou desde maio, quando a Rússia construiu a ponte da Crimeia que liga a península com o país, o que fez aumentar as inspeções dos navios ucranianos, algo que Kiev considera um bloqueio de seus portos na região.

A porta-voz lembrou que a UE não reconhece e não reconhecerá a anexação ilegal da península da Crimeia por parte da Rússia e que condena "esta agressão".

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas