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Capacetes brancos preparam novas provocações na Síria, diz enviado russo na ONU

Membros dos Capacetes Brancos estão preparando novas provocações com substâncias tóxicas na Síria, disse o vice-embaixador russo na ONU, Vladimir Safronkov, nesta quarta-feira (24) na reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Sputnik

Safronkov observou que os Capacetes Brancos acusariam o governo sírio pelo uso de tais substâncias.

Mais cedo nesta quarta-feira (24), o Major General Viktor Kupchishin, chefe do Centro Russo para a Reconciliação Síria, argumentou que funcionários da mídia estrangeira na província síria de Hama conduziram uma filmagem falsa da "morte" de uma família supostamente devido ao uso de armas químicas pelas tropas sírias.

Em diversas ocasiões, Moscou e Damasco apontaram que os Capacetes Brancos estavam produzindo provocações envolvendo o uso de armas químicas com o objetivo de culpar o governo da Síria e dar aos países ocidentais justificativas para a intervenção no país.
A estratégia de encenar ataques para usá-los como falsa bandeira tem sido usada repetida…

Vice-presidente estadunidense ameaça China com possível guerra fria

Uma guerra fria total com os EUA e os seus aliados é algo que espera a China se esta não mudar seu comportamento, assegurou o vice-presidente dos EUA, Mike Pence.


Sputnik

Em uma entrevista ao jornal Washington Post, o alto responsável sugeriu a Pequim "realizar mudanças de grande envergadura" na área política, económica e militar, sendo esta "a melhor, senão a última, chance" de a China evitar um cenário de guerra fria com os EUA.


Mike Pence, candidato para vice-presidência pelo Partido Republicano, no congresso republicano em Cleveland, 20 de julho,2016
Vice-presidente dos EUA Mike Pence © REUTERS / Jonathan Ernst

"Acho que isso vai depender da Argentina em grande parte", disse o vice-presidente, se referindo ao encontro planejado entre os líderes norte-americano, Donald Trump, e chinês, Xi Jinping, em Buenos Aires.

Ao responder à pergunta o que acontecerá se Pequim se recusar a agir da maneira proposta, Pence respondeu: "Então que seja assim". Caso Pequim não faça concessões concretas, os EUA estão dispostos a aumentar a pressão econômica, diplomática e política sobre o país, observou. Em sua opinião, a economia estadunidense é bastante forte para suportar tal escalada, enquanto a chinesa "é menos estável".

"Realmente acreditamos que, de qualquer modo, estamos em uma posição forte", disse Pence, acrescentando que os EUA podem "dobrar" as tarifas.

Ao mesmo tempo, na última semana o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou que os EUA não querem uma guerra fria com a China e tudo o que querem do país é uma atitude responsável nas suas ações.

A guerra comercial sino-americana começou após, em julho passado, ambos os países terem aumentado as tarifas alfandegárias. Primeiro, os EUA introduziram uma taxa de 25% sobre as importações de 818 produtos chineses. Em contramedida, a China introduziu tarifas idênticas contra os EUA.

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