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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Alemanha: controle de armas internacional deve proibir armas letais autônomas

Países do mundo devem desenvolver uma nova arquitetura internacional de controle de armas que proíba o uso de armas letais totalmente autônomas, disse o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, nesta quinta-feira (27).


Sputnik

"A comunidade internacional, não apenas os Estados Unidos e a Rússia, devem desenvolver uma nova arquitetura de controle de armas. Deve incluir não apenas armas nucleares, mas também modernos sistemas de combate autônomos que matam sem o controle por humanos, como robôs assassinos. A Alemanha vai insistir para que eles sejam proibido ", disse Maas em uma entrevista à agência de notícias dpa citada pelo jornal Abendzeitung.


Drone Reaper MQ-9
© AP Photo / Kirsty Wigglesworth

Em outubro de 2018, os Estados Unidos anunciaram unilateralmente seus planos de retirar-se do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) com a Rússia, acusando Moscou de suposta inobservância de suas obrigações sob o acordo de armas. Moscou rejeitou as acusações, reiterando suas preocupações em relação aos EUA que implantam os sistemas de lançamento dos EUA Mk-41 na Europa.

Em agosto, o Grupo de Especialistas Governamentais sobre Sistemas de Armas Autônomas Letais da Convenção sobre Certas Armas Convencionais reuniu-se em Genebra para discutir os desafios relacionados com armas autônomas letais. Vários grupos de direitos humanos, incluindo a Anistia Internacional, conclamaram a comunidade internacional a proibir sistemas de armas totalmente autônomos.

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