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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Antigos terroristas se tornam soldados do Exército sírio (VÍDEO)

No sul da Síria, na província de Daraa, foi organizada uma grande festa para comemorar a cerimônia solene de juramento de mais de 350 antigos terroristas que se tornaram soldados do Exército sírio. No evento compareceram funcionários sírios e militares russos.


Sputnik

"Centenas de desertores e combatentes militantes, que lutavam antes contra o Exército sírio nas formações armadas, prestaram neste domingo (16) o juramento solene de servir a Pátria", de acordo com um correspondente da Sputnik Árabe.


Exército sírio na província de Daraa (foto de arquivo)
Militares do Exército sírio © Sputnik / Mikhail Alaeddin

Para comemorar o evento, na cidade de Daraa decorreu uma grande festa que contou com a participação de funcionários sírios, bem como representantes do Centro Russo de Reconciliação na Síria.

Os novos recrutas do Exército sírio contaram à Sputnik que eles querem libertar a Síria dos terroristas restantes. Além disso, disseram agradecer ao presidente sírio, Bashar Assad, por ele os ter anistiado e os ter ajudado a voltar à vida normal. Os soldados apelaram para que outros sírios que lutam ao lado de terroristas pensem melhor e passem para o lado do exército governamental.

Uma parte dos recrutas foi incorporada no 5º corpo mecanizado do exército, que funciona como milícia local.

Em outubro deste ano, o presidente sírio assinou um decreto anistiando todos os desertores do exército que tanto se esconderam dentro da Síria, como fugiram ao exterior. Segundo o decreto, os desertores devem se entregar às autoridades sírias durante os quatro meses seguintes, caso estiverem no território sírio, ou em seis meses, caso tenham partido ao exterior.




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