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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Após anúncio dos EUA sobre tropas na Síria, Otan reafirma luta contra EI

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse nesta quinta-feira que "tomou nota" da decisão dos Estados Unidos de retirar suas tropas da Síria, mas também do anúncio de que seguirá trabalhando com os aliados para que os terroristas do Estado Islâmico (EI) não ganhem terreno e não obtenham financiamento e respaldo.


EFE

Bruxelas - "Tomamos nota da decisão dos Estados Unidos, incluindo a declaração da Casa Branca de que os EUA continuarão trabalhando com os aliados para negar ao EI território, financiamento e apoio", indicaram à Agência Efe fontes aliadas.


EFE/ Youssef Rabie Youssef
Tropas dos EUA na Síria | EFE/ Youssef Rabie Youssef

Ao mesmo tempo, a Otan celebrou o "contínuo compromisso dos EUA com a coalizão global contra o EI".

As fontes lembraram que, "embora a Otan não esteja presente na Síria, seguimos fazendo grandes contribuições à luta contra o EI", e se referiu concretamente à nova missão de formação de soldados no Iraque e aos voos de vigilância desde aviões AWACS em apoio à coalizão.

"Devemos assegurar que o EI não volta. Por isso nossa atividade de capacitação das forças locais no Iraque é importante", assinalaram.

Além disso, as fontes enfatizaram que a Aliança e seus países-membros realizam "consultas regulares" sobre a luta contra o EI, tanto em nível da Otan como dentro da coalizão global.

Dentro das consultas regulares entre a Otan e os EUA, o secretário-geral aliado, Jens Stoltenberg, abordou nesta quarta-feira com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, "a postura de seu país na Síria", apontaram as fontes.

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