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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Atentados deixam mortos perto do palácio presidencial da Somália

Ao menos 7 pessoas morreram após a explosão de 2 carros bombas. Ataques foram reivindicados por islamistas do grupo Al Shabab.


France Presse

Ao menos sete pessoas morreram neste sábado na capital da Somália, Mogadíscio, em dois atentados com carros-bomba perto do palácio presidencial, reivindicados pelos islamitas do grupo Al Shabab.

Civis ajudam homem ferido após explosão perto do palácio presidencial na Somália — Foto: Feisal Omar/Reuters
Civis ajudam homem ferido após explosão perto do palácio presidencial na Somália — Foto: Feisal Omar/Reuters

"Confirmamos as mortes de sete pessoas em duas explosões. Outras 10 ficaram feridas", afirmou à AFP Ibrahim Mohamed, chefe de polícia local.

A primeira explosão aconteceu em uma barreira de controle ao lado do Teatro Nacional, a 500 metros do palácio presidencial. A segunda, mais potente, aconteceu em um cruzamento próximo, poucos minutos depois.

As explosões foram reivindicadas pelos islamitas Al Shabab, vinculados à Al-Qaeda, que foram expulsos da capital em 2011 mas ainda controlam amplas zonas rurais, de onde organizam operações de guerrilha e atentados suicida.

O objetivo do grupo é provocar a queda do governo federal somali, apoiado pela comunidade internacional e os 20.000 militares da missão da União Africana na Somália (Amisom).

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