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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Atentados deixam mortos perto do palácio presidencial da Somália

Ao menos 7 pessoas morreram após a explosão de 2 carros bombas. Ataques foram reivindicados por islamistas do grupo Al Shabab.


France Presse

Ao menos sete pessoas morreram neste sábado na capital da Somália, Mogadíscio, em dois atentados com carros-bomba perto do palácio presidencial, reivindicados pelos islamitas do grupo Al Shabab.

Civis ajudam homem ferido após explosão perto do palácio presidencial na Somália — Foto: Feisal Omar/Reuters
Civis ajudam homem ferido após explosão perto do palácio presidencial na Somália — Foto: Feisal Omar/Reuters

"Confirmamos as mortes de sete pessoas em duas explosões. Outras 10 ficaram feridas", afirmou à AFP Ibrahim Mohamed, chefe de polícia local.

A primeira explosão aconteceu em uma barreira de controle ao lado do Teatro Nacional, a 500 metros do palácio presidencial. A segunda, mais potente, aconteceu em um cruzamento próximo, poucos minutos depois.

As explosões foram reivindicadas pelos islamitas Al Shabab, vinculados à Al-Qaeda, que foram expulsos da capital em 2011 mas ainda controlam amplas zonas rurais, de onde organizam operações de guerrilha e atentados suicida.

O objetivo do grupo é provocar a queda do governo federal somali, apoiado pela comunidade internacional e os 20.000 militares da missão da União Africana na Somália (Amisom).

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