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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Blefe à ucraniana: analista põe em dúvida 'eficácia' de mísseis disparados no mar Negro

Ucrânia testou mísseis de cruzeiro no mar Negro. O especialista militar Viktor Baranets comentou testes ucranianos ao serviço russo da Rádio Sputnik.


Sputnik

Na quarta-feira (5), o chefe do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Aleksandr Turchinov, declarou realização de testes bem-sucedidos dos novos mísseis de cruzeiro, com os quais a Ucrânia planeja reforçar as defesas costeiras nos mares Negro e de Azov.


S-125, foto do arquivo
CC BY-SA 3.0 / Ing.Mgr.Jozef Kotulič / S-125

De acordo com as palavras de Aleksandr Turchinov, citadas pela assessoria de imprensa do conselho, os militares ucranianos "elaboraram sistema de defesa costeira com ajuda do modernizado complexo de mísseis S-125".

"A meta que foi imposta hoje [5] para mísseis de cruzeiro corresponde à revisão de alcance e precisão de destruição de alvos na superfície da água. Como resultado da destruição de meios de navegação, os S-125 modernizados se mostraram eficientes. Foram realizados oitos disparos que destruíram oito alvos na superfície da água", a assessoria de imprensa da entidade ucraniana, citou as palavras de Aleksandr Turchinov.

Em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, o especialista militar e coronel da reserva Viktor Baranets comentou as declarações ucranianas de quarta-feira (5).

"Eles se gabam do S-125. Mas eu quero destacar que este sistema de mísseis antiaéreos entrou em serviço em 1961. Dá para imaginar como é possível modernizar este sistema e quão efetivo ele é, sendo que ele já tem quase 60 anos? Ucranianos muito ativamente tentam modernizar antiguidades soviéticas."

O coronel da reserva não para por aí ao afirmar que "gênios ucranianos da defesa dizem estarem prontos para adaptar este sistema para disparo contra alvos na superfície da água. […] Em se tratando do míssil de cruzeiro deles, é um míssil primitivo que ainda não está claro se conseguiu voar até o alvo ou não. Nossos especialistas põem em dúvida o alcance expresso por Turchinov, se ele corresponde mesmo à realidade".

De acordo com especialistas russos a indústria de defesa da Ucrânia está em crise e os ucranianos estão focados na atualização de armamentos muito antigos. Como resultado, todo o processo de modernização da defesa ucraniana não passa de um blefe, conclui o especialista militar.

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