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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Chancelaria chinesa convoca embaixador dos EUA por detenção de executiva da Huawei

O Ministério das Relações Exteriores da China convocou no domingo (9) o embaixador dos EUA na China, Terry Branstad, para apresentar "um forte protesto" devido à detenção de Meng Wanzhou, diretora financeira e vice-presidente da empresa de telecomunicações chinesa Huawei Technologies.


Sputnik

Além disso, o ministério declarou que Washington deveria retirar seu mandado de prisão. As medidas adicionais dependerão das ações dos EUA, informou o vice-ministro das Relações Exteriores da China, Le Yuchen, citado pela agência Reuters.


Logo da Huawei
© REUTERS / Aly Song

Em 8 de dezembro, a chancelaria chinesa convocou também o embaixador canadense em Pequim, John McCallum, como forma de protesto contra a detenção de Meng Wanzhou.

A executiva da Huawei foi detida em 1º de dezembro em Vancouver por suspeita de violação das sanções comerciais dos EUA contra o Irã. Washington solicita sua extradição para os EUA.

A Huawei Technologies afirmou não ter conhecimento de nenhum delito cometido por Wanzhou, acrescentando que a empresa "cumpre com todas as leis e regulamentos aplicáveis nos países em que opera, incluindo o controlo e as sanções de exportações".

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