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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Chancelaria chinesa convoca embaixador dos EUA por detenção de executiva da Huawei

O Ministério das Relações Exteriores da China convocou no domingo (9) o embaixador dos EUA na China, Terry Branstad, para apresentar "um forte protesto" devido à detenção de Meng Wanzhou, diretora financeira e vice-presidente da empresa de telecomunicações chinesa Huawei Technologies.


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Além disso, o ministério declarou que Washington deveria retirar seu mandado de prisão. As medidas adicionais dependerão das ações dos EUA, informou o vice-ministro das Relações Exteriores da China, Le Yuchen, citado pela agência Reuters.


Logo da Huawei
© REUTERS / Aly Song

Em 8 de dezembro, a chancelaria chinesa convocou também o embaixador canadense em Pequim, John McCallum, como forma de protesto contra a detenção de Meng Wanzhou.

A executiva da Huawei foi detida em 1º de dezembro em Vancouver por suspeita de violação das sanções comerciais dos EUA contra o Irã. Washington solicita sua extradição para os EUA.

A Huawei Technologies afirmou não ter conhecimento de nenhum delito cometido por Wanzhou, acrescentando que a empresa "cumpre com todas as leis e regulamentos aplicáveis nos países em que opera, incluindo o controlo e as sanções de exportações".

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