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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
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Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Chanceler da Espanha critica saída dos EUA da Síria

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar as tropas da Síria gera incertezas tanto em termos da luta antiterrorista da coalizão quanto em "conseqüências geoestratégicas mais amplas", disse neste sábado (22) o ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell.


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"A decisão inesperada do presidente Trump de retirar as tropas norte-americanas da Síria levanta algumas questões e gera incerteza. Por um lado, a completa derrota do terrorismo jihadista na Síria está longe de ser um fato consumado e, portanto, há sérias dúvidas sobre como a coalizão contra o EI continuará a operar. Por outro lado, a nova situação pode complicar o processo que a ONU está tentando colocar em ação. Além disso, há dúvidas sobre [possíveis] mudanças na presença da Rússia e do Irã no país — com consequentes consequências geoestratégicas", twittou Borrell.


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Josep Borrell | Reprodução

O ministro observou que tais situações provavam a "necessidade de autonomia estratégica real da Europa", acrescentando, contudo, que ele não questionou a importância da OTAN.

De acordo com Borrell, a renúncia do secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, também "cria uma lacuna significativa" na estratégia futura dos EUA.

A declaração vem logo após a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, anunciar na quarta-feira (19) que os Estados Unidos começaram a retirada de suas forças da Síria. Ela observou que a retirada das tropas não significou o fim da luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o Daesh.

A declaração seguiu a observação do presidente Donald Trump sobre a derrota do Daesh na Síria. Trump acrescentou neste sábado (22) que "os países locais", incluindo a Turquia, devem ser capazes de lidar facilmente com os membros remanescentes do Daesh na Síria após a retirada dos EUA.

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