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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
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"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

Chanceler da Espanha critica saída dos EUA da Síria

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar as tropas da Síria gera incertezas tanto em termos da luta antiterrorista da coalizão quanto em "conseqüências geoestratégicas mais amplas", disse neste sábado (22) o ministro das Relações Exteriores da Espanha, Josep Borrell.


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"A decisão inesperada do presidente Trump de retirar as tropas norte-americanas da Síria levanta algumas questões e gera incerteza. Por um lado, a completa derrota do terrorismo jihadista na Síria está longe de ser um fato consumado e, portanto, há sérias dúvidas sobre como a coalizão contra o EI continuará a operar. Por outro lado, a nova situação pode complicar o processo que a ONU está tentando colocar em ação. Além disso, há dúvidas sobre [possíveis] mudanças na presença da Rússia e do Irã no país — com consequentes consequências geoestratégicas", twittou Borrell.


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Josep Borrell | Reprodução

O ministro observou que tais situações provavam a "necessidade de autonomia estratégica real da Europa", acrescentando, contudo, que ele não questionou a importância da OTAN.

De acordo com Borrell, a renúncia do secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, também "cria uma lacuna significativa" na estratégia futura dos EUA.

A declaração vem logo após a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, anunciar na quarta-feira (19) que os Estados Unidos começaram a retirada de suas forças da Síria. Ela observou que a retirada das tropas não significou o fim da luta da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o Daesh.

A declaração seguiu a observação do presidente Donald Trump sobre a derrota do Daesh na Síria. Trump acrescentou neste sábado (22) que "os países locais", incluindo a Turquia, devem ser capazes de lidar facilmente com os membros remanescentes do Daesh na Síria após a retirada dos EUA.

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