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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

China oferece ao mercado míssil balístico antinavio supersônico

A China está promovendo um míssil balístico ultra-rápido, considerado o primeiro de seu tipo no mercado internacional, para compradores que buscam uma dissuasão confiável e acessível contra as ameaças do mar.


Poder Naval

A China Aerospace Science and Industry Corp (CASIC), a maior fabricante de mísseis do país, lançou o míssil balístico antinavio supersônico CM-401, dizendo que é capaz de fazer ataques rápidos e precisos contra embarcações de médio ou grande porte, ou contra alvos em terra.

Míssil balístico antinavio supersônico CM-401 e seu lançador
Míssil balístico antinavio supersônico CM-401 e seu lançador

Ela disse que a arma usa uma “trajetória quase espacial”, o que significa que voa entre 20 e 100 quilômetros acima da Terra, e que manobra em velocidades hipersônicas durante o voo.

O míssil ascenderá a uma certa altitude até que seu alvo seja adquirido. Em seguida, ele entrará em um mergulho terminal ultra-rápido em direção ao alvo, de acordo com a CASIC.

A empresa disse que o CM-401 possui forte poder destrutivo, boa capacidade de penetração e um mix de trajetórias. Acrescentou que o míssil pode ser montado em várias plataformas, como navios ou veículos de lançamento terrestres.

De acordo com a CASIC, o míssil voa a uma velocidade média de 1.360 metros por segundo – 4.900 quilômetros por hora – ou quatro vezes a velocidade do som, durante a maior parte do voo, e atinge uma velocidade máxima de mais de 2.000 m/s, seis vezes a velocidade do som quando se aproxima do alvo. Ele pode carregar uma ogiva de 290 quilos e tem um alcance máximo de ataque de 290 km e uma taxa de acerto de 90%, o que significa que haverá nove ataques efetivos no alvo em 10 tiros.

O conglomerado de defesa estatal tornou público o sistema de mísseis na 12ª Exposição Internacional de Aviação e Aeroespacial da China, realizada recentemente em Zhuhai, província de Guangdong.

Enquanto isso, a China Academy of Launch Vehicle Technology, maior fabricante de foguetes do país, recentemente ofereceu seu míssil balístico antinavio M20B ao mercado internacional.

O M20B também apresenta velocidade supersônica e uma trajetória manobrável. Carregando uma ogiva de 480 kg, o míssil pode atingir um navio de 120 km a 280 km de distância. É adequado para ataques rápidos e precisos contra fragatas e destróieres, disse a academia.

Antes dos CM-401 e M20B, todos os mísseis antinavios disponíveis no mercado internacional eram modelos “sea skimmer” (roça ondas), como os C-802 e CM-302 da China e o Harpoon dos Estados Unidos.

A China é o único país que atualmente atua em mísseis balísticos antinavio. Seus DF-21D e DF-26 são chamados de “trunfos” na guerra naval pelos militares chineses, mas não são permitidos para exportação por causa do alcance de mais de 1.000 km – excedendo as restrições à exportação de mísseis definidas pelo governo chinês.

Wu Peixin, um observador da indústria de defesa em Pequim, disse que os mísseis balísticos antinavio ultra rápidos como o CM-401 podem potencialmente ser revolucionário nas operações navais modernas porque é um alvo muito difícil de interceptar pelos radares de defesa aérea e armas dos navios, devido às suas trajetórias únicas e velocidades hipersônicas. Portanto, os usuários serão capazes de impedir efetivamente que as embarcações de um inimigo, especialmente os porta-aviões, se aproximem da costa, disse Wu.

FONTE: China Daily

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