Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Coalizão árabe acusa rebeldes iemenitas de violarem trégua 138 vezes

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, que intervém no Iêmen contra os rebeldes xiitas houthis, acusou seus adversários de infringirem pelo menos 138 vezes o cessar-fogo estabelecido com o exército governamental na cidade de Al Hudaydah, desde a sua entrada em vigor no último dia 18.


EFE

Riad - O porta-voz da aliança, Turki al Maliki, disse em entrevista coletiva na capital saudita que os houthis cometeram 138 violações da trégua desde o seu início até o dia de ontem, domingo.


EFE/EPA/YAHYA ARHAB
EFE/EPA/YAHYA ARHAB

Segundo Maliki, os rebeldes tiveram como alvo o exército governamental e milícias leais ao presidente Abdo Rabu Mansour Hadi, com diferentes tipos de armas e projéteis.

Por isso, o porta-voz acusou os rebeldes xiitas de tentarem "minar o acordo e fazê-lo fracassar", e reafirmou o compromisso do exército iemenita com o mesmo.

O porta-voz militar deu boas-vindas à resolução adotada na sexta-feira pelo Conselho de Segurança da ONU, que respalda o acordo alcançado pelo governo iemenita e os rebeldes na Suécia, em 13 de dezembro.

Esse acordo estabeleceu um cessar-fogo na cidade de Al Hudaydah, dominada pelos rebeldes desde 2014 e cercada pelas tropas governamentais e seus aliados desde junho, quando deram início a uma ofensiva para recuperar seu controle.

O cessar-fogo começou à meia-noite de 17 para 18 de dezembro (19h do dia 17 em Brasília) e foi respeitado em grande medida, mas foram registradas violações esporádicas, das quais as duas partes se responsabilizaram mutuamente.

A coalizão árabe, que apoia as tropas governamentais e tem forças destacadas no terreno, prosseguiu com suas operações no Iêmen, mas garantiu estar comprometida com a aplicação do cessar-fogo na cidade litorânea.

Ontem à noite, a missão de observadores da ONU encarregada de supervisionar a trégua e liderada pelo general reformado holandês Patrick Cammaert chegou à cidade estratégica, depois de ter mantido reuniões com as duas partes na capital, Sana, e em Aden, sede temporária do governo reconhecido internacionalmente.

Comentários

Postagens mais visitadas