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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Coalizão árabe diz que trégua em Al Hudaydah começa nesta terça-feira

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, que intervém no Iêmen em apoio ao exército governamental, confirmou nesta segunda-feira que a trégua na cidade estratégica de Al Hudaydah entrará em vigor a partir da próxima meia-noite, em aplicação do acordo firmado na semana passada com os rebeldes houthis na Suécia.


EFE

Riad - 
O porta-voz da coalizão, coronel Turki al Maliki, disse em entrevista coletiva em Riad que o enviado da ONU acertou com as duas partes em conflito o começo da trégua à meia-noite desta terça-feira no Iêmen (19h de hoje em Brasília).

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Ontem, o movimento houthi anunciou que "a implementação efetiva do cessar-fogo em Al Hudaydah começará em 18 de dezembro".

O porta-voz da coalizão árabe destacou que "a ONU e a comunidade internacional são responsáveis pela aplicação" da trégua, que foi estipulada com a mediação das Nações Unidas.

Além disso, acrescentou que haverá "comitês de vigilância" para monitorar a trégua, que comunicarão qualquer violação, além de representantes da ONU para supervisionar o seu cumprimento.

Al Maliki considerou que esta é "uma prova verdadeira" para os rebeldes xiitas diante da comunidade internacional e a ONU.

O militar destacou que "é importante que os houthis se comprometam com os pontos do acordo e não o violem", como ocorreu em algumas ocasiões anteriores, segundo o porta-voz.

Também ressaltou que os rebeldes aceitaram comparecer à mesa de negociações graças à "pressão militar contínua e simultânea em todas as frentes", exercida pelas forças governamentais apoiadas pela coalizão integrada principalmente pela Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.

Na aliança estão todos "comprometidos" e "apoiam todos os esforços para conseguir uma solução política no Iêmen", afirmou Al Maliki.

Na última quinta-feira as duas partes selaram um acordo preliminar para um cessar-fogo imediato em Al Hudaydah, controlada pelos rebeldes desde 2014 e sobre a qual as forças governamentais lançaram uma ofensiva em junho.

O acordo será implementado em fases e prevê a retirada de todas as forças militares da cidade em um prazo de 21 dias depois da implementação do cessar-fogo.

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