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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Coalizão árabe diz que trégua em Al Hudaydah começa nesta terça-feira

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita, que intervém no Iêmen em apoio ao exército governamental, confirmou nesta segunda-feira que a trégua na cidade estratégica de Al Hudaydah entrará em vigor a partir da próxima meia-noite, em aplicação do acordo firmado na semana passada com os rebeldes houthis na Suécia.


EFE

Riad - 
O porta-voz da coalizão, coronel Turki al Maliki, disse em entrevista coletiva em Riad que o enviado da ONU acertou com as duas partes em conflito o começo da trégua à meia-noite desta terça-feira no Iêmen (19h de hoje em Brasília).

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Ontem, o movimento houthi anunciou que "a implementação efetiva do cessar-fogo em Al Hudaydah começará em 18 de dezembro".

O porta-voz da coalizão árabe destacou que "a ONU e a comunidade internacional são responsáveis pela aplicação" da trégua, que foi estipulada com a mediação das Nações Unidas.

Além disso, acrescentou que haverá "comitês de vigilância" para monitorar a trégua, que comunicarão qualquer violação, além de representantes da ONU para supervisionar o seu cumprimento.

Al Maliki considerou que esta é "uma prova verdadeira" para os rebeldes xiitas diante da comunidade internacional e a ONU.

O militar destacou que "é importante que os houthis se comprometam com os pontos do acordo e não o violem", como ocorreu em algumas ocasiões anteriores, segundo o porta-voz.

Também ressaltou que os rebeldes aceitaram comparecer à mesa de negociações graças à "pressão militar contínua e simultânea em todas as frentes", exercida pelas forças governamentais apoiadas pela coalizão integrada principalmente pela Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.

Na aliança estão todos "comprometidos" e "apoiam todos os esforços para conseguir uma solução política no Iêmen", afirmou Al Maliki.

Na última quinta-feira as duas partes selaram um acordo preliminar para um cessar-fogo imediato em Al Hudaydah, controlada pelos rebeldes desde 2014 e sobre a qual as forças governamentais lançaram uma ofensiva em junho.

O acordo será implementado em fases e prevê a retirada de todas as forças militares da cidade em um prazo de 21 dias depois da implementação do cessar-fogo.

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