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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Coalizão continua operações na Síria após anúncio de saída dos EUA

A coalizão internacional liderada pelos EUA continuará combatendo o Daesh mesmo após o anúncio da saída das tropas estadunidenses da Síria, feito em 19 de novembro pelo presidente Donald Trump.


Sputnik

Trump fez uma declaração anunciando a vitória sobre o Daesh e acrescentou que a luta contra o grupo terrorista era a única razão da presença dos EUA na Sìria.


As forças dos EUA na sede da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG) perto de Malikiya, na Síria, em 25 de abril de 2017.
Militares dos EUA na Síria © REUTERS / Rodi Said

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, disse que os EUA já iniciaram a retirada das tropas no país, mas que a vitória sobre o Daesh não significava o fim da coalizão internacional na Síria.

"A Operação Resolução Inerente continuou apoiando as forças parceiras da Coalizão com ataques aéreos de precisão e fogo coordenado para progredir na luta contra o ISIS na região da Vale do Rio Eufrates, na Síria, entre 16 e 22 de dezembro. Esses ataques coordenados destruíram locais de logística e áreas de preparação do Daesh; por fim isso causos danos sérios às capacidades de manobra e controle de suas formações de ataque, mas também removeu centenas de combatentes do ISIS do campo de batalha", disse a coalizão em uma declaração.

Ainda de acordo com o documento, o major general britânico Chistopher Ghika, vice comandante de estratégia e informação na Força-Tarefa Conjunta Combinada — Operação Resolução Inerente, afirmou que a missão da coalizão era destruir totalmente os Daesh, enquanto o grupo permanecer uma ameaça à estabilidade da região no longo termo.

A coalizão internacional é formada por mais de 70 países que vêm conduzindo operação contra o Daesh na Síria e no Iraque. As operações da coalizão no Iraque são conduzidas em cooperação com o governo iraquiano, porém não são autorizadas a atuarem na Síria pelo governo local e pelo Conselho de Segurança da ONU.

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