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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Coalizão continua operações na Síria após anúncio de saída dos EUA

A coalizão internacional liderada pelos EUA continuará combatendo o Daesh mesmo após o anúncio da saída das tropas estadunidenses da Síria, feito em 19 de novembro pelo presidente Donald Trump.


Sputnik

Trump fez uma declaração anunciando a vitória sobre o Daesh e acrescentou que a luta contra o grupo terrorista era a única razão da presença dos EUA na Sìria.


As forças dos EUA na sede da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG) perto de Malikiya, na Síria, em 25 de abril de 2017.
Militares dos EUA na Síria © REUTERS / Rodi Said

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, disse que os EUA já iniciaram a retirada das tropas no país, mas que a vitória sobre o Daesh não significava o fim da coalizão internacional na Síria.

"A Operação Resolução Inerente continuou apoiando as forças parceiras da Coalizão com ataques aéreos de precisão e fogo coordenado para progredir na luta contra o ISIS na região da Vale do Rio Eufrates, na Síria, entre 16 e 22 de dezembro. Esses ataques coordenados destruíram locais de logística e áreas de preparação do Daesh; por fim isso causos danos sérios às capacidades de manobra e controle de suas formações de ataque, mas também removeu centenas de combatentes do ISIS do campo de batalha", disse a coalizão em uma declaração.

Ainda de acordo com o documento, o major general britânico Chistopher Ghika, vice comandante de estratégia e informação na Força-Tarefa Conjunta Combinada — Operação Resolução Inerente, afirmou que a missão da coalizão era destruir totalmente os Daesh, enquanto o grupo permanecer uma ameaça à estabilidade da região no longo termo.

A coalizão internacional é formada por mais de 70 países que vêm conduzindo operação contra o Daesh na Síria e no Iraque. As operações da coalizão no Iraque são conduzidas em cooperação com o governo iraquiano, porém não são autorizadas a atuarem na Síria pelo governo local e pelo Conselho de Segurança da ONU.

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