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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Coalizão continua operações na Síria após anúncio de saída dos EUA

A coalizão internacional liderada pelos EUA continuará combatendo o Daesh mesmo após o anúncio da saída das tropas estadunidenses da Síria, feito em 19 de novembro pelo presidente Donald Trump.


Sputnik

Trump fez uma declaração anunciando a vitória sobre o Daesh e acrescentou que a luta contra o grupo terrorista era a única razão da presença dos EUA na Sìria.


As forças dos EUA na sede da Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG) perto de Malikiya, na Síria, em 25 de abril de 2017.
Militares dos EUA na Síria © REUTERS / Rodi Said

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, disse que os EUA já iniciaram a retirada das tropas no país, mas que a vitória sobre o Daesh não significava o fim da coalizão internacional na Síria.

"A Operação Resolução Inerente continuou apoiando as forças parceiras da Coalizão com ataques aéreos de precisão e fogo coordenado para progredir na luta contra o ISIS na região da Vale do Rio Eufrates, na Síria, entre 16 e 22 de dezembro. Esses ataques coordenados destruíram locais de logística e áreas de preparação do Daesh; por fim isso causos danos sérios às capacidades de manobra e controle de suas formações de ataque, mas também removeu centenas de combatentes do ISIS do campo de batalha", disse a coalizão em uma declaração.

Ainda de acordo com o documento, o major general britânico Chistopher Ghika, vice comandante de estratégia e informação na Força-Tarefa Conjunta Combinada — Operação Resolução Inerente, afirmou que a missão da coalizão era destruir totalmente os Daesh, enquanto o grupo permanecer uma ameaça à estabilidade da região no longo termo.

A coalizão internacional é formada por mais de 70 países que vêm conduzindo operação contra o Daesh na Síria e no Iraque. As operações da coalizão no Iraque são conduzidas em cooperação com o governo iraquiano, porém não são autorizadas a atuarem na Síria pelo governo local e pelo Conselho de Segurança da ONU.

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