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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Compra de jatos F-35 na Bélgica é adiada após renúncia de premiê

A compra por parte da Bélgica de de jatos de combate F-35 dos EUA para a modernização de sua Força Aérea será adiada devido à recente renúncia do primeiro-ministro belga, segundo uma fonte disse à Sputnik nesta sexta-feira (21).


Sputnik

"Apesar de a escolha ter sido feita oficialmente a favor dos F-35, as conversas com seu fabricante, o conglomerado dos EUA, Lockheed Martin, têm que continuar. De fato, o governo temporário não é responsável por isso. Então, a situação se torna precária até certo ponto", disse a fonte.


Caça americano F-35 (centésimo voo)
CC BY 2.0 / Samuel King Jr / F-35 100th fligh

Mais cedo, o rei Philippe, da Bélgica aceitou a renúncia do primeiro-ministro Charles Michel após o premiê ter perdido uma votação de não confiança após um conflito em seu gabinete de governo. O conflito é consequência da postura de Michel em prol do acordo da ONU sobre imigração.

O atual governo manteve as responsabilidades, porém sua atividade é limitada e não abrange decisões importantes como a negociação com a Lockheed Martin.

No dia 25 de outubro, o então premiê belga oficialmente anunciou que iria realizar a compra dos jatos de combate F-35 norte-americanos. Em outubro, a Lockheed Martin e britânica BAE Systems permaneceram com as únicas participantes da competição pela modernização da equipamento militar da Bélgica.

A expectativa é de que contrato da venda dos jatos de combate para Bruxelas seja assinado no início de 2019.

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