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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Compra de jatos F-35 na Bélgica é adiada após renúncia de premiê

A compra por parte da Bélgica de de jatos de combate F-35 dos EUA para a modernização de sua Força Aérea será adiada devido à recente renúncia do primeiro-ministro belga, segundo uma fonte disse à Sputnik nesta sexta-feira (21).


Sputnik

"Apesar de a escolha ter sido feita oficialmente a favor dos F-35, as conversas com seu fabricante, o conglomerado dos EUA, Lockheed Martin, têm que continuar. De fato, o governo temporário não é responsável por isso. Então, a situação se torna precária até certo ponto", disse a fonte.


Caça americano F-35 (centésimo voo)
CC BY 2.0 / Samuel King Jr / F-35 100th fligh

Mais cedo, o rei Philippe, da Bélgica aceitou a renúncia do primeiro-ministro Charles Michel após o premiê ter perdido uma votação de não confiança após um conflito em seu gabinete de governo. O conflito é consequência da postura de Michel em prol do acordo da ONU sobre imigração.

O atual governo manteve as responsabilidades, porém sua atividade é limitada e não abrange decisões importantes como a negociação com a Lockheed Martin.

No dia 25 de outubro, o então premiê belga oficialmente anunciou que iria realizar a compra dos jatos de combate F-35 norte-americanos. Em outubro, a Lockheed Martin e britânica BAE Systems permaneceram com as únicas participantes da competição pela modernização da equipamento militar da Bélgica.

A expectativa é de que contrato da venda dos jatos de combate para Bruxelas seja assinado no início de 2019.

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