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Reino Unido reforçará sua presença militar no Ártico para se opor à Rússia, diz mídia

O ministro da Defesa britânico, Gavin Williamson, disse que o Reino Unido pretende reforçar a presença militar no Ártico para “proteger” o flanco norte da OTAN das ações da Rússia, segundo o diário The Telegraph.
Sputnik

Segundo o jornal, mais de 1.000 fuzileiros navais da Marinha britânica farão treinamentos anuais com colegas noruegueses no âmbito de um programa previsto para dez anos, formando no futuro próximo um novo destacamento, assinalou Williamson durante uma visita à base militar em Bardufoss, na Noruega.


O ministro britânico mencionou também que o Reino Unido enviará no próximo ano para a região do Ártico um avião de patrulha marítima Poseidon P8 para vigiar a atividade crescente dos submarinos russos.

"Queremos melhorar nossas capacidades em condições de temperaturas abaixo de zero, aprendendo com antigos aliados, tais como a Noruega, ou monitorando as ameaças submarinas com nossos aviões Poseidon. Nos manteremos atentos a novos desafios", afirmou Williamson.

O minist…

Controle do território sírio deixado pelos EUA deve passar para Damasco, diz MRE russo

O controle do território sírio deixado pelos EUA deve passar para as autoridades da Síria, mas não se conhecem contatos entre Washington e Damasco, declarou a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.


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"Surge também uma questão de princípio — a quem será estregue o controle sobre os territórios deixados pelos americanos? Obviamente, deve ser ao governo sírio, de acordo com o direito internacional e levando em conta o caminho escolhido pela Síria e o povo sírio. Mas ainda não temos dados sobre quaisquer contatos entre Washington e Damasco quanto a esse assunto", anunciou Zakharova durante a coletiva de imprensa.


Amanhecer em Damasco (imagem referencial)
Damasco, Síria | SANA

A retirada das tropas americanas do território sírio não significa a cessação da atividade da coalizão internacional liderada pelos EUA, declarou a representante oficial da chancelaria russa.

"Os representantes oficiais americanos dão a entender que a retirada das tropas americanas do território sírio não significa a cessação da atividade da assim chamada coalizão internacional de luta contra o Daesh [grupo proibido na Rússia e em vários outros países]", disse Zakharova, acrescentando que não há declarações claras sobre a estratégia dos EUA, há apenas alusões e formulações veladas.

Para ela, a possibilidade de os EUA continuarem ataques aéreos e operações militares terrestres limitadas na Síria depois da retirada das tropas permanece em dúvida.

Além disso, Zakharova afirmou que não há um calendário claro da retirada das tropas americanas da Síria. A Rússia se orienta pelas informações da mídia, segundo as quais a saída completa do contingente terrestre dos EUA da Síria pode ser realizada no prazo de 2-3 meses.

Em 19 de dezembro, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a vitória sobre o Daesh na Síria, observando que esta era a única razão da permanência das tropas norte-americanas no país árabe. Mais tarde, a secretária de imprensa da Casa Branca Sarah Sanders informou que os EUA iniciaram a retirada das tropas da Síria, mas que a vitória sobre o Daesh não significa o fim da coalizão.

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