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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Curdos pedem ajuda da França para criar zona de exclusão aérea no norte da Síria

O Conselho Democrático da Síria pediu ajuda da França para declarar zona de exclusão aérea no norte da Síria, afirmou nesta sexta-feira o co-presidente da organização, Ilham Ahmed.


Sputnik

"Estamos pedindo à França para ajudar a estabelecer uma zona de exclusão aérea no norte da Síria", disse o co-presidente em uma entrevista coletiva em Paris.


Curdos sírios do YPG (foto de arquivo)
Curdos do YPG © AFP 2018 / Delil Souleiman

Ele acrescentou que as Forças Democráticas da Síria serão forçadas a deixar a província de Deir ez-Zor se a Turquia começar uma operação militar nesta área.

Ele ressaltou que a decisão dos EUA de retirar suas tropas do território complicará a luta contra o terrorismo.

Na véspera, o embaixador francês na ONU, François Delattre, declarou que a França tentará defender os curdos após a anunciada retirada das tropas norte-americanas da Síria.

Na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proclamou a vitória sobre o Daesh na Síria, destacando que combater o grupo terrorista era a única razão para os EUA permanecerem no país árabe. Portanto, essa seria a hora para os militares dos EUA voltarem para casa.

Por outro lado, a Turquia juntou tropas na fronteira com a Síria e já anunciou que pretende iniciar uma operação militar contra os curdos no país vizinho.

A França é membro da coalizão internacional liderada pelos EUA que, desde 2014, tem lutado contra o Daesh na Síria e no Iraque.

A presença da coalizão na Síria não conta com a aprovação de Damasco.

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