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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Daesh não está completamente derrotado na Síria, garante ministra alemã

A ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, refutou nesta quarta-feira as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a vitória sobre o Daesh na Síria.


Sputnik

No início de dezembro, Trump declarou que os Estados Unidos haviam derrotado o grupo terrorista na Síria, acrescentando que os jihadistas eram a única razão pela qual as tropas dos EUA estavam lutando no país do Oriente Médio durante sua presidência.


A ministra alemã da Defesa, Ursula von der Leyen, conversa com militares alemães durante uma visita à base aérea de Incirlik, onde tropas alemãs estavam instaladas, em 21 de janeiro de 2016
Ursula von der Leyen © REUTERS / Tobias Schwarz

"Entre os aliados há um ponto de vista comum que infelizmente o Daesh ainda não foi completamente derrotado", afirmou von der Leyen ao jornal alemão Rheinishe Post.

A ministra alemã destacou que Washington ainda não revelou seus planos para a retirada de suas tropas da Síria.

"Também apoiamos muitas nações europeias e Estados muçulmanos que querem impedir completamente o renascimento do terrorismo do Daesh", observou von der Leyen.

A coalizão liderada pelos EUA lançou sua campanha na Síria em setembro de 2014, alegando que o objetivo é derrotar o Daesh. As atividades da coalizão não são autorizadas nem pelo governo sírio, nem pelo Conselho de Segurança da ONU.

Em defesa da sua decisão, Trump afirmou que caberá à Turquia continuar o combate. Um assessor do presidente dos EUA complementou, dizendo que a Rússia prosseguirá combatendo o grupo terrorista.

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