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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

'Desastre completo': The National Interest comenta criação de um exército europeu

A ideia de criar um exército único da União Europeia, anteriormente apresentado pelo presidente francês, Emmanuel Macron, levanta sérias questões, escreve o jornal The National Interest.


Sputnik


Segundo o artigo, a realização de tal plano será um "desastre completo". A principal fraqueza de um exército único é que a União Europeia é mais um bloco econômico do que os "Estados Unidos da Europa". Por isso, não está claro como serão tomadas as decisões sobre o uso dessas tropas.


Soldados do Exército alemão na Lituânia (arquivo)
Militares alemães na Lituânia © AP Photo / Mindaugas Kulbis

Se isso exigir a aprovação de todos os países-membros, será difícil alcançá-lo devido a possíveis divergências. Caso a decisão sobre o uso do exército unificado venha a ser tomada por alguma entidade especial, haverá quem questione por que razão tal foi confiado a "burocratas que não foram escolhidos por ninguém".

Além disso, o autor do artigo observa que, em caso de um conflito com um inimigo como a Rússia, as tropas precisarão de cobertura aérea, suporte da aviação de transporte, sistemas de guerra eletrônica e muito mais.

Atualmente, o apoio a ações militares de grande escala depende principalmente dos Estados Unidos. Assim, a intervenção militar da OTAN na Líbia em 2011 só foi possível porque Washington forneceu aviões de reabastecimento, bombas inteligentes e reconhecimento aéreo, escreve o jornal.

"Sem integração política, a Europa não será capaz de criar forças armadas adequadas ao seu poder econômico", conclui o autor.

No dia 6 de novembro, Emmanuel Macron disse que a União Europeia deveria ter um "verdadeiro exército europeu" independente dos Estados Unidos e da OTAN a fim de poder se defender. De acordo com o líder francês, os países europeus devem ser mais fortes e independentes para combater as ameaças globais, aumentando a sua capacidade de defesa e segurança. A iniciativa recebeu apoio da chanceler alemã, Angela Merkel, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, criticou o a possibilidade.

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