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Putin ameaça retaliar se EUA instalarem mísseis na Europa

Em seu discurso sobre o estado da nação, presidente russo faz ataques a Washington e promete apontar seu arsenal para os Estados Unidos e para o continente europeu se mísseis americanos atravessarem o Atlântico.
Deutsch Welle

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, alertou nesta quarta-feira (20/02) que seu país responderá a um possível envio de mísseis americanos à Europa, fazendo com que não apenas os países que receberem esses armamentos se tornem alvos, mas também os Estados Unidos.


Em seu discurso anual sobre o estado da nação em Moscou, Putin elevou o tom ao comentar uma nova e potencial corrida armamentista. Ele afirmou que a reação russa a um possível envio seria rigorosa e que as autoridades em Washington – algumas das quais estariam obcecadas com o "excepcionalismo" americano – deveriam calcular os riscos antes de tomar qualquer medida.

"É o direito deles de pensar da forma que quiserem. Mas eles sabem fazer cálculos? Tenho certeza que sabem. Deixemos que eles cal…

Distância não é obstáculo: analista ressalta importância de envio de Tu-160 à Venezuela

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160, um avião de transporte militar An-124 e uma aeronave IL-62 chegaram nesta segunda-feira (10) à Venezuela, procedentes da Rússia. Analista político russo comenta a importância deste voo.


Sputnik

Segundo informou a defesa russa, os aviões voaram uma distância total de 10 mil quilômetros. Em algumas partes do trajeto, as aeronaves russas foram acompanhadas por caças F-16 da Força Aérea da Noruega.


Bombardeiro Tu-160 depois de pousar no aeroporto da Venezuela
Tupolev Tu-160 na Venezuela © AFP 2018 / Federico Parra

O ministério russo sublinhou que o voo foi realizado em estrita concordância com as regulamentações internacionais.

O analista militar Andrei Koshkin destacou a dificuldade do voo realizado e o profissionalismo dos pilotos russos, que cumpriram a tarefa com sucesso e conforme a lei internacional.

"A cooperação que está sendo desenvolvida ativamente hoje em dia entre a Rússia e a Venezuela demonstra que tais distâncias colossais não representam obstáculo nem para nossos especialistas, nem para o equipamento militar. Acho que o voo é um bom exemplo para o Ocidente, liderado pelos EUA, que estão acostumados a permanecer perto das fronteiras russas e a fazer o que consideram necessário", falou Koshkin para o serviço russo da Rádio Sputnik.

A Rússia, por sua vez, ressalta o especialista, simplesmente mostra que é capaz de construir relações com países latino-americanos e realizar manobras conjuntas.

Na semana passada, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu se encontrou com o homólogo venezuelano, Vladimir Padrino López, e expressou a esperança de que aviões de combate russos possam continuar realizando voos para a Venezuela, assim como navios possam atracar em portos venezuelanos.

Shoigu sublinhou que tais voos são para os militares russos "uma oportunidade de obter experiência importante para a aviação de longo curso e manter o equipamento em estado operacional".

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