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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Distância não é obstáculo: analista ressalta importância de envio de Tu-160 à Venezuela

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-160, um avião de transporte militar An-124 e uma aeronave IL-62 chegaram nesta segunda-feira (10) à Venezuela, procedentes da Rússia. Analista político russo comenta a importância deste voo.


Sputnik

Segundo informou a defesa russa, os aviões voaram uma distância total de 10 mil quilômetros. Em algumas partes do trajeto, as aeronaves russas foram acompanhadas por caças F-16 da Força Aérea da Noruega.


Bombardeiro Tu-160 depois de pousar no aeroporto da Venezuela
Tupolev Tu-160 na Venezuela © AFP 2018 / Federico Parra

O ministério russo sublinhou que o voo foi realizado em estrita concordância com as regulamentações internacionais.

O analista militar Andrei Koshkin destacou a dificuldade do voo realizado e o profissionalismo dos pilotos russos, que cumpriram a tarefa com sucesso e conforme a lei internacional.

"A cooperação que está sendo desenvolvida ativamente hoje em dia entre a Rússia e a Venezuela demonstra que tais distâncias colossais não representam obstáculo nem para nossos especialistas, nem para o equipamento militar. Acho que o voo é um bom exemplo para o Ocidente, liderado pelos EUA, que estão acostumados a permanecer perto das fronteiras russas e a fazer o que consideram necessário", falou Koshkin para o serviço russo da Rádio Sputnik.

A Rússia, por sua vez, ressalta o especialista, simplesmente mostra que é capaz de construir relações com países latino-americanos e realizar manobras conjuntas.

Na semana passada, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu se encontrou com o homólogo venezuelano, Vladimir Padrino López, e expressou a esperança de que aviões de combate russos possam continuar realizando voos para a Venezuela, assim como navios possam atracar em portos venezuelanos.

Shoigu sublinhou que tais voos são para os militares russos "uma oportunidade de obter experiência importante para a aviação de longo curso e manter o equipamento em estado operacional".

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