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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Donald Trump pode ter fraudado atestado para não ir à Guerra do Vietnã, diz mídia

Duas filhas de um médico de Nova York alegaram que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode ter se esquivado de ir à Guerra do Vietnã usando um diagnóstico falso de esporões ósseos que seu pai forneceu, informou a mídia nesta quarta-feira.


Sputnik

Elysa Braunstein e Sharon Kessel disseram que seu pai, o podólogo Larry Braunstein, insinuou que Trump não tinha as esporas listadas na ficha de diagnóstico que o desqualificaram para servir no Vietnã, informou o jornal The New York Times.


Donald Trump em março de 2018.
Donald Trump © AP Photo / Andrew Harnik

Além disso, Elysa Braunstein afirmou que seu pai, que morreu em 2007, justificou o diagnóstico falso como um favor ao pai do atual presidente dos Estados Unidos, Fred Trump.

O Dr. Braunstein alugou de Fred Trump os escritórios em Edgerton Apartments, no bairro de Queens, em Nova York, onde ele exercia sua prática médica. A família Trump vendeu o prédio em 2004, de acordo com a reportagem.

O jornal observou, no entanto, que nenhuma evidência em papel foi encontrada para ajudar a corroborar a versão dos eventos descritos pela família Braunstein.

As filhas do Dr. Braunstein disseram que o pai não deixou registros médicos com a família, e um médico que comprou a clínica disse que não tinha conhecimento de nenhum documento relacionado a Trump, segundo a reportagem.

Os registros médicos mais detalhados do governo relacionados ao esboço não existem mais, de acordo com os Arquivos Nacionais, acrescentou o The New York Times.

Em 2016, Trump disse ao mesmo jornal que um médico havia lhe fornecido uma carta sobre seu diagnóstico para apresentar aos funcionários encarregados pelo alistamento. No entanto, Trump informou que ele não conseguia lembrar o nome do médico.

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