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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Donetsk denuncia chegada de trem com substância altamente tóxica a Donbass

Um trem com uma substância altamente venenosa chegou ao território controlado pelas tropas governamentais ucranianas perto de Donetsk, disse o vice-chefe da milícia da República Popular de Donetsk (RPD), Eduard Basurin.


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"Nossa inteligência recebeu informações sobre a chegada na estação ferroviária de Krasnogorovki de vagões cheios de barris azuis com uma substância altamente tóxica", disse ele.


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Eduard Basurin | Reprodução

Basurin acrescentou que atualmente, eles estão sendo descarregados por militares ucranianos usando equipamentos de proteção individual. Esse veneno pode ser usado para provocações.

Além disso, o departamento militar de república tem informações sobre a presença de especialistas dos serviços de inteligência britânicos e americanos na área.

"Os dados disponíveis nos causam sérias preocupações… Mais de 70 mil civis podem estar na área afetada", concluiu Basur.

Ele pediu às organizações internacionais para exercerem influência sobre Kiev e não permitirem que o "planejado ato terrorista com armas químicas" seja executado.

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