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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

'Dor crescerá com o tempo': Washington ameaça Moscou pelo incidente no estreito de Kerch

O Departamento de Estado dos EUA mais uma vez pediu para que a Rússia liberte os marinheiros ucranianos detidos no estreito de Kerch, ameaçando com consequências graves caso Moscou se recuse a soltá-los.


Sputnik

O comunicado de imprensa foi publicado no site oficial do Departamento de Estado dos EUA. No entanto, a identidade do alto oficial que respondeu às questões não foi divulgada.


Os navios da Marinha ucraniana Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu detidos pela guarda fronteiriça da Rússia após terem violado a fronteira
Navios ucranianos detidos pela Rússia © Sputnik / Assessoria de imprensa da guarda fronteiriça do Serviço Federal de Segurança da Rússia na Crimeia

"Nós queremos que os russos absorvam a mensagem que eles precisam libertar a tripulação ou então haverá consequências e a dor crescerá com o tempo", declarou um alto oficial americano.

Além do mais, ele acrescentou que "é nossa mensagem constante e generalizada para várias formas de comportamento agressivo".

Entretanto, ele mais uma vez repetiu a posição de Washington quanto ao incidente no estreito de Kerch. Segundo as palavras do representante estadunidense, as ações da Rússia representam um "ato de agressão" e uma "evidente escalada militar e violação de direito internacional e liberdade de navegação".

Nessa conexão, opina, a Rússia deve entender a continuidade do agravamento das consequências dos EUA enquanto os marinheiros da Marinha ucraniana continuarem detidos.

"Eles devem libertar as tripulações, devolver os navios, e isso não é algo a qual não daremos atenção", sublinhou.

Em 25 de novembro, três navios da Marinha ucraniana — Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu — atravessaram a fronteira da Rússia, violando, assim, o direito marítimo. Os navios entraram na zona aquática temporariamente fechada e realizaram manobras perigosas, sem reagir aos avisos da Guarda Costeira russa.

O lado russo se viu obrigado a usar armas. Após o confronto, todos os navios ucranianos foram detidos. Como resultado, a Rússia abriu um processo criminal por violação da fronteira.

Em 26 de novembro, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) aprovou imposição da lei marcial em 10 regiões da Ucrânia por 30 dias.

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