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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

DSME entrega fragata stealth à Tailândia

Na sexta-feira da semana retrasada (14.12), a Real Marinha Tailandesa recebeu com festa, no estaleiro Okpo-Dong, da Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co. Ltd.(DSME), de Busan, na Coreia do Sul, a sua primeira fragata “de alto desempenho” (como os chefes navais tailandeses gostam de dizer) derivada da classe KDX-I.


Por Roberto Lopes | Poder Naval

A nova classe Tachin, conhecida na DSME como DW 3000H, foi desenvolvida a partir do destróier Gwanggaeto, o Grande (KDX-I), da Marinha sul-coreana.



De acordo com o portal de notícias tailandês AAG, seu custo total foi fixado em 396 milhões de dólares, com outras fontes dizendo que o custo do navio chegou a US$ 410 milhões.

Armas e sensores 

O navio tailandês, de 136 tripulantes, foi equipado com sistemas de última geração, e sofisticadas armas navais. O casco foi projetado utilizando tecnologia stealth (furtiva), e sua propulsão deve permitir uma velocidade máxima de 30 nós, além de autonomia na faixa das 4.000 milhas náuticas.

O armamento e os sensores de combate constituem capítulo à parte.

O Tachin III foi equipado, entre outros sistemas, com:

  • um canhão Oto Melara 76/62 na proa (em casamata também furtiva);
  • dois sistemas CIWS Raytheon Phalanx, de 20 mm;
  • 2 lançadores quádruplos de mísseis anti-navio Boeing RGM-84L Harpoon Block II;
  • 2 lançadores triplos de torpedos leves Mk.54 Mod 0 (de 324 mm de diâmetro);
  • 8 lançadores de míssil Raytheon RIM-162 ESSM;
  • Radar de Vigilância (aérea e de superfície) Saab Sea Giraffe 4A AESA;
  • Radar de Combate Saab Sea Giraffe; e
  • Sistema de Gerenciamento de Combate Saab 9LV Mk4.

Transferência de tecnologia 

A Tachin III partirá para a Tailândia em janeiro.

Encomendada em 2013, a embarcação foi lançada ao mar em janeiro de 2017 – em uma cerimônia presidida pelo então Comandante da Força Naval Tailandesa, almirante Aree Nani –, e deveria ter sido entregue ao cliente em agosto deste ano, mas essa data precisou ser adiada por quatro meses.

A DSME deverá receber encomenda de uma segunda fragata Tachin. Mas, nesse caso, o navio será construído no Estaleiro Mahidol Adulyadej, da Tailândia, com transferência de tecnologia por parte da DSME. O custo dessa aquisição ainda não foi informado.

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