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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Eficiência de defesa dos EUA contra mísseis balísticos é 'muito baixa', diz especialista

Segundo o designer chefe do Instituto de Moscou de Tecnologia Termal, Yury Solomov, a eficiência das unidades de defesa dos EUA contra mísseis balísticos no Alasca e na Europa é 'extremamente baixa'.


Sputnik

A declaração foi publicada no jornal russo Argumenti Nedeli, nesta quinta-feira (27).


Uma bateria do sistema de defesa aérea dos EUA Patriot (foto de arquivo)
MIM-104 Patriot © Sputnik / Igor Zarembo

"Tudo relacionado ao sistema de defesa existente deixou ser há muito tempo algo relacionado a meios de defesa militar e passou para a esfera político-militar. De fato, a eficiência desses sistemas de defesa contra mísseis balísticos é extremamente baixa", disse Solomov quando questionado sobre se as unidades de defesa dos EUA no Alasca e na Europa eram capazes de deter os mísseis balísticos intercontinentais da Rússia.

No entanto, ele acrescentou que as unidades de defesa colocadas na Europa poderiam ser utilizadas também como armamento ofensivo e que isso seria "um tipo completamente diferente de ameaça".

Especialistas do Instituto de Moscou de Tecnologia Termal criaram mísseis balísticos estratégicos como os RSD-10 Pioneer, que foi retirado de serviço devido ao Tratado de Forças Nucleares de Faixa Intermediária (INF), em 1987, além dos RT-2PM Topol e dos RSM-56 Bulava.

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